Por anos a esquerda repetiu que qualquer crítica a ministros do STF era “ataque à democracia”.
Quem ousasse questionar Alexandre de Moraes era tratado como inimigo do Estado.
Enquanto isso, decisões polêmicas se acumulavam, sempre com o mesmo alvo: conservadores, bolsonaristas, jornalistas independentes.
Agora, o jogo começa a virar fora do Brasil.
O governo Donald Trump, segundo o Financial Times, voltou a discutir novas sanções contra Alexandre de Moraes.
E o estopim é justamente um caso envolvendo liberdade de imprensa, com o jornalista maranhense Luís Pablo no centro da polêmica.
Ninguém esperava essa reviravolta?
Sim.
A esquerda apostava que a pressão internacional tinha acabado depois da retirada das sanções anteriores.
Por que isso preocupa tanto Lula?
Quando Trump aplicou a Lei Magnitsky contra Moraes em 2023, acusando “graves abusos de direitos humanos” nos processos pós-eleições de 2022, a narrativa da esquerda era de que tudo não passava de perseguição política.
As sanções foram suspensas após articulação direta de Lula com Trump, e Moraes chegou a agradecer publicamente.
Agora, com novas decisões de Moraes envolvendo buscas contra informantes de um jornalista, o tema volta à mesa em Washington.
E quem está se movimentando?
Aliados de Jair Bolsonaro, como Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo, que atuam nos Estados Unidos para recolocar a conduta do ministro sob escrutínio internacional.
STF acima de qualquer crítica?
Não.
Quando até um governo estrangeiro volta a discutir sanções, a imagem de “herói da democracia” começa a rachar.
Por que isso revolta tantos brasileiros?
Enquanto a imprensa amiga tenta minimizar, a pergunta fica no ar: até quando o Brasil vai fingir que nada está acontecendo enquanto Moraes vira assunto de direitos humanos lá fora?