Há anos a esquerda brasileira vende a imagem de que o STF está acima de qualquer questionamento, como se fosse uma espécie de oráculo intocável.
Quem ousa criticar, é rotulado de golpista, antidemocrático ou inimigo das instituições.
Enquanto isso, decisões polêmicas se acumulam, sempre com o mesmo alvo preferencial: conservadores, direita, jornalistas independentes e qualquer voz que fuja da cartilha progressista.
Nesse cenário, Alexandre de Moraes virou símbolo desse poder sem freios.
Inquéritos eternos, censura a perfis, perseguição a opositores e um silêncio conveniente quando a esquerda é beneficiada.
Quantas vezes vimos artistas de esquerda, políticos aliados e militantes serem blindados, enquanto patriotas eram tratados como criminosos?
O que está acontecendo agora muda o jogo.
Um dos maiores jornais do mundo, o Financial Times, revelou que o governo dos Estados Unidos voltou a discutir a aplicação da Lei Magnitsky contra Moraes, justamente após uma operação da Polícia Federal contra fontes de um jornalista que investigava o ministro Flávio Dino.
Para integrantes da administração Trump, isso fere diretamente a liberdade de expressão.
Por que os EUA miram Moraes?
O que é a lei Magnitsky?
É um mecanismo que permite congelar ativos e proibir negócios de empresas americanas com pessoas sancionadas, usado contra violações de direitos humanos e abusos de poder.
Por que isso expõe a hipocrisia esquerda?
Porque enquanto chamam patriotas de antidemocráticos, é um governo estrangeiro que enxerga abuso justamente em quem eles tratam como guardião da democracia.
Moraes já havia sido incluído na Magnitsky em 2023 e depois retirado.
Agora, a simples possibilidade de retorno mostra que a paciência internacional com esse modelo de poder sem limites pode estar chegando ao fim.
Até quando o Brasil vai aceitar calado o que lá fora já começa a ser visto como abuso?