Há anos a esquerda vende a ideia de que falar em defesa nacional é coisa de “militarista”, “golpista” ou “paranoico”.
Enquanto isso, o Brasil segue sentado em cima de uma fortuna em recursos estratégicos, fingindo que o mundo é um lugar bonzinho e sem disputa de poder.
Agora, até um economista ligado ao campo deles, Paulo Nogueira Batista Jr.
, está dizendo em alto e bom som: o Brasil é um manancial de minerais críticos, terras raras, urânio, petróleo, água e biodiversidade, e isso inevitavelmente desperta cobiça externa.
Ou seja, aquilo que a direita conservadora alerta há décadas começa a ser admitido por quem sempre chamou esse debate de “exagero”.
Por que a esquerda teme Forças fortes?
Enquanto os Estados Unidos endurecem na América Latina, controlam petróleo da Venezuela e pressionam o continente, o governo brasileiro insiste em discurso de “paz” sem capacidade real de dissuasão.
Falam em soberania, mas mantêm sucateamento, efetivo inchado e foco em privilégios, não em tecnologia, mísseis, drones e defesa moderna.
Quem ganha com defesa enfraquecida?
Ganha quem quer mandar no Brasil de fora, impor chantagens econômicas, ditar infraestrutura, energia e comércio, sabendo que o país não tem como reagir nem impor custo a agressor algum.
A contradição é gritante: o mesmo campo político que sempre tratou gasto militar como “dinheiro jogado fora” agora admite que, sem poder de defesa, ficamos à mercê de potências estrangeiras.
E aí surge a pergunta que não quer calar: se até eles já enxergam o risco, por que o governo não assume um projeto sério de defesa, em vez de seguir apostando na velha ilusão pacifista que deixa o Brasil rico em recursos e pobre em proteção?