No Brasil da lacração, a mesma mídia que vive posando de guardiã da moral escolhe, com todo cuidado, quem pode ser massacrado em rede nacional e quem deve ser blindado em silêncio absoluto.
Artista de esquerda fala besteira, ataca família, debocha de cristão, faz apologia de político condenado?
Mas quando o alvo interessa para a narrativa, aí vale tudo.
É nesse cenário que a Band entra no olho do furacão, acusada por ninguém menos que o goleiro Bruno de perseguição e de usar sua imagem de forma abusiva.
Ele levou a emissora à Justiça pedindo uma indenização milionária, alegando que foi transformado em produto permanente de audiência, mesmo depois de cumprir pena e tentar seguir a vida.
Por que só alguns são cancelados?
A mesma TV que trata certos condenados como “vítimas do sistema” não pensa duas vezes antes de explorar até o último segundo de quem não se encaixa no discurso progressista da vez.
Quem decide quem merece perdão?
Na prática, são jornalistas militantes, artistas engajados e formadores de opinião alinhados à esquerda que definem quem será linchado e quem será reabilitado.
Não é sobre justiça, é sobre narrativa.
Por que a Band é questionada agora?
Porque, segundo a ação, teria passado dos limites ao repetir, explorar e reviver o caso à exaustão, mesmo anos depois, transformando tragédia em pauta recorrente para ganhar clique, ibope e engajamento.
Enquanto isso, figuras queridinhas do meio artístico, com histórico de apoio a corruptos e ataques à direita, seguem tratadas como “lendas vivas”, intocáveis, protegidas por um sistema que finge se importar com ética, mas só reage quando o alvo ajuda a manter o discurso.
A pergunta que fica é simples: até quando a mídia vai brincar de juiz, escolhendo quem merece ser destruído em praça pública e quem deve ser esquecido como se nada tivesse acontecido?