Há anos o brasileiro assiste, quase impotente, ao avanço do crime organizado e ao crescimento do poder de ministros do STF sobre tudo e todos.
Enquanto isso, a esquerda repete o mesmo discurso cansado de “garantia de direitos”, solta bandido perigoso e chama de “democracia” qualquer decisão que venha de cima, mesmo quando atropela o Congresso e a vontade popular.
Quantas vezes você já viu bandido rindo da lei?
Por que a esquerda protege criminosos?
Isso alimenta seu projeto ideológico e enfraquece quem realmente enfrenta o crime.
Até quando o STF manda em tudo?
Nos últimos anos, decisões monocráticas de ministros passaram por cima do Congresso, censuraram redes sociais, intimidaram jornalistas e criaram um clima de medo.
Tudo isso com aplauso da esquerda, que adora um poder sem voto desde que sirva ao seu lado.
É nesse cenário que o plano de governo de Flávio Bolsonaro chega como ruptura direta com esse modelo frouxo e centralizador.
Ele propõe declarar guerra ao crime organizado, reduzir a maioridade penal, endurecer penas, acabar com progressão para crimes hediondos e classificar PCC, Comando Vermelho, milícias e outras facções como organizações terroristas.
Ao mesmo tempo, mira no coração do problema institucional: limitar decisões monocráticas, tirar do STF parte das competências criminais e impedir que um único ministro barre indefinidamente decisões do Congresso.
Quem ganha com esse novo equilíbrio?
Ganha o cidadão comum, que quer polícia forte, fronteira vigiada, presídio funcionando de verdade e um Supremo que respeite a Constituição em vez de agir como poder absoluto.
O ponto central é claro: enquanto o adversário “alisa a cabeça de bandido” e defende censura travestida de regulamentação, Flávio Bolsonaro promete tesourar o Ministério da Verdade lulista, enfrentar o crime organizado e colocar freios no ativismo judicial.
Para um Brasil cansado de impunidade e de toga mandando mais que voto, o recado foi dado.