Há anos a esquerda tenta vender a ideia de que só a direita faz campanha antecipada, compra apoio e abusa da máquina pública.
Enquanto isso, o mesmo grupo transforma Lula em personagem de escola de samba, artista oficial de enredo, herói de fantasia, tudo sempre embalado como se fosse apenas “cultura popular”.
Mas quando a conta aparece, descobre-se que a festa não foi tão inocente assim.
Quanto custou realmente esse desfile?
Foram 9,65 milhões de reais em recursos públicos, segundo a ação, vindos de prefeituras, governo estadual e Embratur, para um enredo inteiro dedicado à trajetória pessoal e política de Lula, em plena pré-campanha à reeleição e com transmissão massiva na TV e nas plataformas digitais.
Isso é campanha disfarçada de cultura?
A alegação é de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação, já que o desfile teria funcionado como promoção eleitoral antecipada, bancada com dinheiro do contribuinte.
Por que a esquerda pode tudo?
Essa é a pergunta que muita gente faz ao ver a diferença de tratamento.
Quando é um conservador, qualquer postagem vira “crime eleitoral”.
Quando é Lula, vale transformar o Sambódromo em palanque oficial, com apoio estatal e narrativa pronta para ser empurrada goela abaixo do país inteiro.
O que o TSE decidiu agora?
Ele admitiu o processamento da ação e determinou que Lula e Alckmin sejam citados para apresentar defesa em cinco dias.
Ou seja, o caso não foi engavetado, nem tratado como irrelevante.
Isso pode virar caso grave?
Se ficar comprovado que houve abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação, o Carnaval de 2026 pode deixar de ser lembrado como festa e entrar para a história como mais um capítulo de uso político da máquina.
A pergunta que fica é simples: até quando o brasileiro vai aceitar pagar caro para ver político sendo exaltado em plena avenida, enquanto chamam isso de “democracia”?