Há anos a esquerda vende a narrativa de que o Brasil voltou a ser respeitado lá fora, que Lula seria o grande articulador internacional e que o STF seria o guardião perfeito da democracia.
Enquanto isso, qualquer crítica conservadora era carimbada como “ataque às instituições” e “ameaça ao Estado de Direito”.
Mas, de repente, quem começa a levantar a sobrancelha é justamente quem a esquerda mais gosta de usar como referência: os Estados Unidos.
Eduardo Bolsonaro, que acompanha tudo de perto vivendo em solo americano, apenas verbalizou o que muita gente já sente: o clima mudou.
Quando um jornal como o Financial Times noticia que Washington considera retomar sanções contra um ministro do STF, não é pouca coisa.
Ainda mais quando o motivo envolve decisões que acendem o alerta sobre liberdade de imprensa.
Por que os EUA miram Moraes agora?
Porque decisões recentes, como autorizar buscas contra jornalista e fontes, reacenderam a suspeita de abuso de poder e violação de direitos fundamentais, algo que já havia motivado sanções em 2025.
O que isso revela sobre Lula?
Mostra que o discurso de “democracia plena” não convence mais quando o Judiciário persegue críticos e cala vozes incômodas, enquanto o governo posa de vítima de “fake news”.
Enquanto o Brasil sofre com tarifa de 25 por cento sobre produtos brasileiros, retaliações diplomáticas e crise nas relações com Washington, o governo Lula insiste em culpar “a extrema direita” por tudo.
Mas se até os EUA, que a esquerda sempre tratou como parâmetro, voltam a cogitar sanções com base em violações de direitos humanos, quem está realmente passando dos limites?
Por que Eduardo fala em dias finais?
Porque a combinação de desgaste interno, economia fraca, tensão diplomática e STF questionado lá fora cria um cenário de fim de ciclo, em plena largada da campanha de 2026.
No momento em que Lula e Flávio Bolsonaro lançam suas candidaturas, o recado vindo de fora expõe a fragilidade do sistema que blindou a esquerda e perseguiu a direita.
Se até lá fora já enxergam o problema, até quando o brasileiro vai aceitar esse jogo?