Todo mundo lembra como a esquerda adora posar de vítima, falar em “democracia”, “Estado de Direito” e acusar a direita de qualquer coisa.
Mas, na prática, o jogo é sempre o mesmo: uso pesado da máquina pública, artistas engajados, carnaval politizado e uma blindagem quase automática quando o alvo é Lula e seus aliados.
Enquanto perseguem conservadores por qualquer postagem em rede social, o outro lado desfila em avenida com enredo personalizado, exaltando o “líder” em plena pré-campanha, com dinheiro que sai do bolso do contribuinte.
Até quando essa diferença de tratamento?
Quem banca esse espetáculo político?
Os próprios dados da ação mostram que a Acadêmicos de Niterói recebeu cerca de 9,65 milhões de reais em recursos públicos vindos das prefeituras de Niterói e Rio de Janeiro, do governo do Estado do Rio e da Embratur.
Tudo isso depois do anúncio de que o enredo seria dedicado à trajetória de Lula.
Isso é campanha eleitoral disfarçada?
Em tese, é exatamente isso que o partido Novo aponta: possível abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação, já que o desfile, transmitido e repercutido nacionalmente, virou um grande palanque carnavalesco para o petista, então pré-candidato à reeleição.
Por que o TSE resolveu agir?
Ele afirmou que os fatos podem, em tese, configurar abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação.
Lula pode ser punido agora?
Ainda não há condenação.
A decisão é de prosseguimento da ação, o que já é raro quando o alvo é a esquerda.
Lula e o vice Geraldo Alckmin terão cinco dias para apresentar defesa.
Depois disso, o TSE vai produzir provas e aprofundar a análise.
Por que isso revolta tantos brasileiros?
Quando uma escola de samba leva para a Sapucaí um enredo inteiro chamado “Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, bancado com dinheiro público, a pergunta é inevitável: se fosse um enredo exaltando um líder de direita, o TSE teria demorado tanto assim para reagir?
Agora, com o processo andando, a grande dúvida é se veremos finalmente um julgamento firme ou mais um capítulo da velha blindagem seletiva que o Brasil já conhece.