No Brasil de hoje, todo mundo já percebeu que criticar a esquerda virou esporte de alto risco.
Quando o alvo é alguém ligado ao PSOL e ao lulismo, então, a coisa muda de patamar.
A sensação é clara: um lado pode tudo, o outro precisa medir cada palavra, como se estivesse pisando em campo minado.
Enquanto isso, parlamentares de esquerda seguem votando a favor de afrouxar penas, gastando com viagens internacionais e posando de vítimas sempre que são questionados.
Pode criticar o voto?
Pode cobrar gasto público?
Ou isso agora virou privilégio exclusivo da militância progressista?
Quem está sendo protegido aqui?
A decisão do TRE-SP acaba criando um escudo político em torno de Erika Hilton, deputada do PSOL e aliada do campo lulista.
Em vez de discutir abertamente seus votos e gastos, o foco vira a forma como o opositor se refere a ela.
Por que só um lado apanha?
Já quando a esquerda ataca conservadores, cristãos e bolsonaristas, vira “liberdade de expressão” e “debate democrático”.
O caso agora envolve o vereador e candidato a deputado federal Lucas Pavanato, do PL.
Em um vídeo de campanha, ele criticou duramente Erika Hilton, citou seus votos sobre penas para crimes hediondos, mencionou supostos gastos com viagens internacionais e se apresentou como o maior inimigo da ideologia de gênero.
Também a chamou de “deputada travesti de Lula”, usando exatamente o termo com o qual ela mesma já se identifica publicamente.
Isso é mesmo violência política?
A própria juíza reconhece que a palavra, isoladamente, não é necessariamente ofensiva.
Mas, ainda assim, manda tirar o vídeo do ar, alegando o conjunto da mensagem.
Ou seja, o problema não é o termo em si, é o fato de um conservador usar a verdade para confrontar a narrativa oficial.
Quem ganha com essa censura?
Ganha a esquerda, que vê mais um opositor enquadrado e intimidado em plena disputa eleitoral.
Pavanato denuncia perseguição, fala em estratégia do governo Lula e promete recorrer.
Mas o recado já foi dado: se você enfrentar a ideologia de gênero e expor o histórico de quem está do lado “certo”, a máquina reage rápido.
Até quando a direita será calada?
Enquanto críticas firmes forem tratadas como crime e a Justiça eleitoral agir com esse peso seletivo, o eleitor conservador continuará com a sensação de que não há jogo limpo.
E o vídeo de Pavanato, agora censurado, vira símbolo de algo maior: a tentativa de controlar não só o que se fala, mas quem está autorizado a falar.