Quem acompanha a política brasileira já percebeu o padrão: toda vez que a direita ganha força nas ruas, a esquerda corre para tentar calar no tapetão aquilo que não consegue vencer no voto.
Foi assim com Bolsonaro, com conservadores em geral e, agora, com a aproximação de lideranças como Javier Milei, que virou símbolo de reação liberal e antiprogresso de esquerda na América Latina.
Enquanto o PT e o PSOL posam de defensores da democracia, o que mais se vê é tentativa de censura disfarçada de “defesa do processo eleitoral”.
Quando é artista de esquerda, influencer progressista ou aliado do governo Lula, vale tudo.
Mas se é alguém ligado a Bolsonaro, o sistema inteiro se mexe.
Por que só a direita incomoda?
Qual o alvo principal aqui?
O foco é desgastar Flávio Bolsonaro e, por tabela, Jair Bolsonaro e todo o campo conservador, usando a Justiça como arma política.
Por que Milei causa tanto pânico?
Porque ele desmonta, com discurso direto, a narrativa econômica e ideológica da esquerda latino-americana, mostrando que há alternativa ao modelo estatista.
Dessa vez, a investida veio da deputada Paula da Bancada Feminista, do PSOL de São Paulo, tentando abrir uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral contra Flávio Bolsonaro por ter levado Javier Milei à convenção e por exibir um vídeo de Jair Bolsonaro gerado por inteligência artificial.
Quem tem medo de Milei e Bolsonaro juntos?
Claramente, a esquerda, que enxerga nessa união um símbolo de resistência ao projeto progressista continental.
O corregedor-geral do TSE, ministro Antonio Carlos Ferreira, porém, barrou a ação logo na largada.
Não foi nem preciso discutir o conteúdo.
Faltava o básico: legitimidade e momento correto para o processo.
A autora não tinha a posição adequada, Flávio ainda era pré-candidato e a própria regra exige que a disputa seja para o mesmo cargo, no caso, a Presidência.
Por que isso expõe a hipocrisia?
Mesmo com esse revés, o uso da IA com a imagem de Bolsonaro ainda será alvo de outra ação, desta vez do PT, no TSE.
Ou seja, a esquerda não desiste de tentar controlar até o tipo de vídeo que o eleitor pode assistir.
Até quando vão usar a Justiça como arma?
Enquanto a sociedade não reagir com firmeza, a esquerda continuará tentando calar conservadores no tribunal, já que nas urnas a disputa é bem mais difícil para eles.
No fim, o recado é claro: quando o povo se aproxima de lideranças como Bolsonaro e Milei, o sistema treme.
E corre para tentar impedir na canetada aquilo que não consegue parar na vontade popular.