O sigilo imposto por Toffoli ao caso Master virou veneno

fevereiro 15, 2026
De acordo com a publicação da Folha de S.Paulo, no dia 2 de dezembro, o ministro José Antonio Dias Toffoli determinou o grau máximo de sigilo nas investigações relacionadas ao escândalo envolvendo o banco Master. A decisão gerou controvérsias e foi vista como uma ação que favoreceria interesses de figuras poderosas em Brasília. A publicação sugere que, em menos de um mês, o ministro Toffoli teria se tornado um aliado das tramas do banqueiro Daniel Vorcaro, que estaria no centro das investigações devido a uma rede de interesses financeiros. Ainda segundo a Folha, a imposição do sigilo máximo por Toffoli foi criticada e interpretada como uma tentativa de proteger os envolvidos no escândalo do banco Master. A publicação destaca que a medida foi recebida com desconfiança e que, em um curto período, o ministro foi afastado do caso, o que foi descrito como um "funeral de primeira" por seus pares. Essa expressão sugere que a retirada de Toffoli das investigações foi uma ação planejada e executada de forma a minimizar o impacto negativo de sua decisão inicial. A Folha de S.Paulo também menciona que a situação envolvendo o banco Master e o banqueiro Daniel Vorcaro continua a ser um tema de grande interesse público, especialmente devido às implicações políticas e financeiras que o caso representa. A publicação indica que a rede de interesses mencionada no escândalo pode ter ramificações significativas, afetando não apenas o setor bancário, mas também a esfera política em Brasília. O sigilo imposto por Toffoli, segundo a Folha, acabou por se tornar um "veneno", sugerindo que a tentativa de ocultar informações acabou por intensificar as suspeitas e a atenção sobre o caso.
De acordo com a publicação da Folha de S.Paulo, no dia 2 de dezembro, o ministro José Antonio Dias T...
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