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Hoje • março 27, 2026
**Adrilles Jorge usa batom e peruca para criticar projeto contra misoginia: O que aconteceu?** O vereador de São Paulo, **Adrilles Jorge** (União Brasil), protagonizou uma cena inusitada no plenário da Câmara Municipal ao usar batom e peruca durante seu discurso. Mas qual foi o motivo dessa ação? Segundo a publicação, Adrilles utilizou esses adereços para criticar um projeto de lei que inclui a **misoginia** entre os crimes de preconceito previstos na Lei do Racismo. **O que é misoginia e como o projeto de lei a aborda?** Misoginia é definida como "a conduta que exteriorize ódio ou aversão às mulheres". O projeto de lei, proposto pela senadora **Ana Paula Lobato** (PSB-MA) e relatado por **Soraya Thronicke** (Podemos-MS), estabelece a criminalização de condutas misóginas, incluindo injúria com pena de prisão de 2 a 5 anos e multa. Além disso, o projeto visa punir discriminações baseadas em raça, cor, etnia, religião, procedência nacional e misoginia. **Por que Adrilles Jorge se opôs ao projeto?** Durante seu discurso, Adrilles Jorge argumentou que o projeto possui um "jabuti", termo usado no jargão político para indicar um ponto inserido em uma lei sem relação direta com o tema principal. Ele afirmou que, devido à imprecisão do texto, qualquer pessoa poderia se identificar como mulher, inclusive transexuais, e que isso poderia ser usado para contestar ideologias sem ser criminalizado. Adrilles destacou que a lei não define claramente o que é ser mulher, permitindo, segundo ele, que qualquer um se declare como tal para debater em igualdade de condições. **Qual foi a reação à crítica de Adrilles Jorge?** A vereadora **Silvia Ferraro** (PSOL), da Bancada Feminista, criticou duramente o discurso de Adrilles. Ela destacou que, em um contexto de alta incidência de feminicídios, é vergonhoso que um vereador se preocupe em defender homens misóginos e combater uma lei que visa proteger mulheres. Silvia Ferraro enfatizou a importância de legislações que busquem equidade e proteção para as mulheres. **Qual é a importância do projeto de lei segundo seus defensores?** A senadora Soraya Thronicke, ao defender o projeto no Senado, afirmou que "o machismo sustenta desigualdades; a misoginia motiva violência; o feminismo busca equidade". Para os defensores do projeto, a inclusão da misoginia na Lei do Racismo é um passo crucial para combater a discriminação e a violência contra as mulheres, promovendo um ambiente mais justo e seguro. **Como a sociedade tem reagido a esse debate?** O debate sobre a inclusão da misoginia na Lei do Racismo tem gerado diversas reações na sociedade. Enquanto alguns veem a medida como essencial para a proteção das mulheres, outros, como Adrilles Jorge, questionam a clareza e a aplicação do texto legal. Este episódio destaca a complexidade das discussões sobre gênero e direitos, evidenciando a necessidade de um diálogo contínuo e informado. **Conclusão: Qual é o próximo passo?** O projeto de lei segue em tramitação, e o debate sobre sua implementação continua. A cena protagonizada por Adrilles Jorge trouxe visibilidade ao tema, mas também levantou questões sobre a interpretação e aplicação das leis de proteção às mulheres. À medida que o projeto avança, será crucial acompanhar como essas discussões evoluem e como a sociedade e os legisladores respondem aos desafios apresentados.
Adrilles usa batom e peruca para criticar projeto contra misoginia
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Adrilles Jorge usa batom e peruca para criticar projeto contra misoginia: O que aconteceu?

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O vereador de São Paulo, Adrilles Jorge (União Brasil), protagonizou uma cena inusitada no plenário da Câmara Municipal ao usar batom e peruca durante seu discurso.

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Mas qual foi o motivo dessa ação?

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Segundo a publicação, Adrilles utilizou esses adereços para criticar um projeto de lei que inclui a misoginia entre os crimes de preconceito previstos na Lei do Racismo.

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O que é misoginia e como o projeto de lei a aborda?

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Misoginia é definida como "a conduta que exteriorize ódio ou aversão às mulheres".

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O projeto de lei, proposto pela senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA) e relatado por Soraya Thronicke (Podemos-MS), estabelece a criminalização de condutas misóginas, incluindo injúria com pena de prisão de 2 a 5 anos e multa.

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Além disso, o projeto visa punir discriminações baseadas em raça, cor, etnia, religião, procedência nacional e misoginia.

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Por que Adrilles Jorge se opôs ao projeto?

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Durante seu discurso, Adrilles Jorge argumentou que o projeto possui um "jabuti", termo usado no jargão político para indicar um ponto inserido em uma lei sem relação direta com o tema principal.

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Ele afirmou que, devido à imprecisão do texto, qualquer pessoa poderia se identificar como mulher, inclusive transexuais, e que isso poderia ser usado para contestar ideologias sem ser criminalizado.

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Adrilles destacou que a lei não define claramente o que é ser mulher, permitindo, segundo ele, que qualquer um se declare como tal para debater em igualdade de condições.

10:33

Qual foi a reação à crítica de Adrilles Jorge?

10:34 ✓✓

A vereadora Silvia Ferraro (PSOL), da Bancada Feminista, criticou duramente o discurso de Adrilles.

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Ela destacou que, em um contexto de alta incidência de feminicídios, é vergonhoso que um vereador se preocupe em defender homens misóginos e combater uma lei que visa proteger mulheres.

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Silvia Ferraro enfatizou a importância de legislações que busquem equidade e proteção para as mulheres.

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Qual é a importância do projeto de lei segundo seus defensores?

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A senadora Soraya Thronicke, ao defender o projeto no Senado, afirmou que "o machismo sustenta desigualdades; a misoginia motiva violência; o feminismo busca equidade".

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Para os defensores do projeto, a inclusão da misoginia na Lei do Racismo é um passo crucial para combater a discriminação e a violência contra as mulheres, promovendo um ambiente mais justo e seguro.

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Como a sociedade tem reagido a esse debate?

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O debate sobre a inclusão da misoginia na Lei do Racismo tem gerado diversas reações na sociedade.

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Enquanto alguns veem a medida como essencial para a proteção das mulheres, outros, como Adrilles Jorge, questionam a clareza e a aplicação do texto legal.

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Este episódio destaca a complexidade das discussões sobre gênero e direitos, evidenciando a necessidade de um diálogo contínuo e informado.

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Conclusão: Qual é o próximo passo?

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O projeto de lei segue em tramitação, e o debate sobre sua implementação continua.

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A cena protagonizada por Adrilles Jorge

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