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Hoje • março 25, 2026
O ex-presidente Jair **Bolsonaro** obteve o direito de cumprir sua pena em **prisão domiciliar** após receber alta médica, conforme decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Essa decisão foi tomada em caráter humanitário devido ao estado de saúde de Bolsonaro, que recentemente completou 71 anos e está em tratamento por uma pneumonia bacteriana bilateral. A Procuradoria-Geral da República (PGR) também se manifestou favoravelmente à concessão do pedido, considerando as condições de saúde do ex-presidente. Entretanto, as iniciativas de seus aliados para **reduzir ou anular as penas** relacionadas às condenações por tentativa de golpe de Estado enfrentam obstáculos no Congresso Nacional. O **Projeto de Lei da Dosimetria**, que poderia diminuir a condenação de Bolsonaro, foi vetado integralmente pelo presidente Lula em 8 de janeiro. Atualmente, o projeto aguarda a análise dos vetos em uma sessão do Congresso, cuja convocação tem sido adiada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Por que a sessão do Congresso não foi convocada? Segundo a publicação, Alcolumbre tem evitado a convocação devido à possibilidade de instalação automática de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista para investigar o caso do Banco Master, caso a sessão seja aberta. Apesar de haver assinaturas suficientes para a criação da CPI, Alcolumbre se posiciona contra sua instauração. Houve tentativas de negociação para colocar a dosimetria em pauta? O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou ter recebido propostas de acordos de congressistas, incluindo Alcolumbre, para discutir a dosimetria em troca da retirada da CPI. No entanto, essa afirmação foi desmentida por Alcolumbre, que também declarou que ainda não há data para a análise dos vetos. E quanto à proposta de anistia? O projeto de lei que propõe anistia aos condenados não tem avançado na Câmara dos Deputados. Durante a presidência de Hugo Motta, que se alinhou a pautas do governo Lula, a expectativa é de que o projeto não prospere, uma vez que Motta busca evitar conflitos com temas polêmicos. Por que Bolsonaro perdeu o direito à prisão domiciliar anteriormente? Em novembro, Bolsonaro perdeu esse direito após violar as condições de uso da tornozeleira eletrônica, que era utilizada para seu monitoramento. Agora, com a nova concessão da prisão domiciliar, ele deverá voltar a usar a tornozeleira e permanecer em sua residência em Brasília. O ministro Alexandre de Moraes destacou que qualquer descumprimento das medidas resultará na revisão do benefício. A situação jurídica de Bolsonaro continua a ser um tema de intenso debate político no Brasil. Enquanto a questão da prisão domiciliar foi resolvida temporariamente, as discussões sobre a dosimetria e a anistia permanecem em aberto, refletindo as complexidades e tensões do cenário político atual.
Bolsonaro consegue domiciliar, mas apostas em anistia e redução de penas empacam no Congresso
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O ex-presidente Jair Bolsonaro obteve o direito de cumprir sua pena em prisão domiciliar após receber alta médica, conforme decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

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Essa decisão foi tomada em caráter humanitário devido ao estado de saúde de Bolsonaro, que recentemente completou 71 anos e está em tratamento por uma pneumonia bacteriana bilateral.

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) também se manifestou favoravelmente à concessão do pedido, considerando as condições de saúde do ex-presidente.

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Entretanto, as iniciativas de seus aliados para reduzir ou anular as penas relacionadas às condenações por tentativa de golpe de Estado enfrentam obstáculos no Congresso Nacional.

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O Projeto de Lei da Dosimetria, que poderia diminuir a condenação de Bolsonaro, foi vetado integralmente pelo presidente Lula em 8 de janeiro.

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Atualmente, o projeto aguarda a análise dos vetos em uma sessão do Congresso, cuja convocação tem sido adiada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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Por que a sessão do Congresso não foi convocada?

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Segundo a publicação, Alcolumbre tem evitado a convocação devido à possibilidade de instalação automática de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista para investigar o caso do Banco Master, caso a sessão seja aberta.

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Apesar de haver assinaturas suficientes para a criação da CPI, Alcolumbre se posiciona contra sua instauração.

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Houve tentativas de negociação para colocar a dosimetria em pauta?

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O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou ter recebido propostas de acordos de congressistas, incluindo Alcolumbre, para discutir a dosimetria em troca da retirada da CPI.

10:32

No entanto, essa afirmação foi desmentida por Alcolumbre, que também declarou que ainda não há data para a análise dos vetos.

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E quanto à proposta de anistia?

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O projeto de lei que propõe anistia aos condenados não tem avançado na Câmara dos Deputados.

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Durante a presidência de Hugo Motta, que se alinhou a pautas do governo Lula, a expectativa é de que o projeto não prospere, uma vez que Motta busca evitar conflitos com temas polêmicos.

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Por que Bolsonaro perdeu o direito à prisão domiciliar anteriormente?

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Em novembro, Bolsonaro perdeu esse direito após violar as condições de uso da tornozeleira eletrônica, que era utilizada para seu monitoramento.

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Agora, com a nova concessão da prisão domiciliar, ele deverá voltar a usar a tornozeleira e permanecer em sua residência em Brasília.

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O ministro Alexandre de Moraes destacou que qualquer descumprimento das medidas resultará na revisão do benefício.

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A situação jurídica de Bolsonaro continua a ser um tema de intenso debate político no Brasil.

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Enquanto a questão da prisão domiciliar foi resolvida temporariamente, as discussões sobre a dosimetria e a anistia permanecem em aberto, refletindo as complexidades e tensões do cenário político atual.

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