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Hoje • março 26, 2026
**Câmara Aprova Projeto que Autoriza Quebra de Sigilo para Fixar Pensão: O que Isso Significa?** A **Câmara dos Deputados** recentemente aprovou um projeto que traz mudanças significativas em duas áreas principais: a fixação de pensão alimentícia e a proteção trabalhista para mulheres vítimas de violência doméstica. Mas o que exatamente essas mudanças implicam? Vamos explorar cada aspecto do projeto. **O que muda na fixação de pensão alimentícia?** O projeto permite que, em casos excepcionais, um juiz possa determinar a **quebra de sigilo bancário e fiscal** para fixar ou revisar a pensão alimentícia. Segundo a publicação, essa medida pode ser autorizada quando as informações disponíveis não são suficientes para revelar a real capacidade financeira do pagador ou quando há indícios de ocultação de renda e patrimônio. A intenção é clara: evitar fraudes e garantir que o direito à alimentação, especialmente de crianças e adolescentes, seja efetivo. **Como a quebra de sigilo será tratada?** A quebra de sigilo deverá ser fundamentada, tratada sob confidencialidade e restrita ao processo. Isso significa que as informações obtidas não poderão ser usadas para outros fins, garantindo a privacidade das partes envolvidas. **Quais são as outras medidas relacionadas à pensão alimentícia?** Além da quebra de sigilo, o projeto permite o **penhor de valores do FGTS** para quitar pensão alimentícia. Essa medida visa facilitar o cumprimento das obrigações alimentares, especialmente em casos onde o devedor tenta ocultar seus rendimentos. **Quais são as mudanças para mulheres vítimas de violência doméstica?** O projeto também traz importantes alterações na **Lei Maria da Penha**. Ele assegura remuneração à mulher afastada do trabalho por decisão judicial. Nos primeiros 15 dias, o pagamento será feito pelo empregador, e, posteriormente, por até seis meses, pelo INSS, como auxílio-doença, sem exigência de carência. Durante esse período, a mulher terá garantidos seu salário, vínculo empregatício, tempo de serviço e demais direitos trabalhistas. **E se a mulher não for segurada do INSS?** Para mulheres que não são seguradas do INSS e não têm meios de subsistência, o texto prevê um benefício eventual pago por estados, municípios ou Distrito Federal. Isso garante que todas as mulheres em situação de vulnerabilidade tenham algum tipo de suporte financeiro. **Como o projeto protege as mulheres no serviço público?** No serviço público federal, o projeto cria uma licença específica para servidoras afastadas devido à violência doméstica, com remuneração integral e preservação de direitos. Além disso, permite ação regressiva do INSS ou dos entes federados contra o agressor para reaver os gastos com os pagamentos feitos à vítima. **Há outras medidas de proteção social?** Sim, o projeto também muda a regra de prorrogação da licença-maternidade em caso de internação da mãe ou do bebê após o parto. Além disso, garante à servidora pública federal lactante a redução de jornada, sem compensação nem desconto, até os 24 meses da criança. **Qual é o próximo passo para o projeto?** Após a aprovação na Câmara dos Deputados, o texto segue agora para o **Senado**. Se aprovado, trará mudanças significativas tanto na forma como as pensões alimentícias são fixadas quanto na proteção social de mulheres vítimas de violência doméstica. Essas medidas combinam esforços para dificultar a ocultação de patrimônio em ações de pensão e ampliar a proteção social de mulheres em situação de violência, representando um avanço significativo na legislação brasileira.
Câmara aprova projeto que autoriza quebra de sigilo para fixar pensão
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Câmara Aprova Projeto que Autoriza Quebra de Sigilo para Fixar Pensão: O que Isso Significa?

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A Câmara dos Deputados recentemente aprovou um projeto que traz mudanças significativas em duas áreas principais: a fixação de pensão alimentícia e a proteção trabalhista para mulheres vítimas de violência doméstica.

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Mas o que exatamente essas mudanças implicam?

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Vamos explorar cada aspecto do projeto.

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O que muda na fixação de pensão alimentícia?

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O projeto permite que, em casos excepcionais, um juiz possa determinar a quebra de sigilo bancário e fiscal para fixar ou revisar a pensão alimentícia.

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Segundo a publicação, essa medida pode ser autorizada quando as informações disponíveis não são suficientes para revelar a real capacidade financeira do pagador ou quando há indícios de ocultação de renda e patrimônio.

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A intenção é clara: evitar fraudes e garantir que o direito à alimentação, especialmente de crianças e adolescentes, seja efetivo.

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Como a quebra de sigilo será tratada?

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A quebra de sigilo deverá ser fundamentada, tratada sob confidencialidade e restrita ao processo.

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Isso significa que as informações obtidas não poderão ser usadas para outros fins, garantindo a privacidade das partes envolvidas.

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Quais são as outras medidas relacionadas à pensão alimentícia?

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Além da quebra de sigilo, o projeto permite o penhor de valores do FGTS para quitar pensão alimentícia.

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Essa medida visa facilitar o cumprimento das obrigações alimentares, especialmente em casos onde o devedor tenta ocultar seus rendimentos.

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Quais são as mudanças para mulheres vítimas de violência doméstica?

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O projeto também traz importantes alterações na Lei Maria da Penha.

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Ele assegura remuneração à mulher afastada do trabalho por decisão judicial.

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Nos primeiros 15 dias, o pagamento será feito pelo empregador, e, posteriormente, por até seis meses, pelo INSS, como auxílio-doença, sem exigência de carência.

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Durante esse período, a mulher terá garantidos seu salário, vínculo empregatício, tempo de serviço e demais direitos trabalhistas.

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E se a mulher não for segurada do INSS?

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Para mulheres que não são seguradas do INSS e não têm meios de subsistência, o texto prevê um benefício eventual pago por estados, municípios ou Distrito Federal.

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Isso garante que todas as mulheres em situação de vulnerabilidade tenham algum tipo de suporte financeiro.

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Como o projeto protege as mulheres no serviço público?

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No serviço público federal, o projeto cria uma licença específica para servidoras afastadas devido à violência doméstica, com remuneração integral e preservação de direitos.

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Além disso, permite ação regressiva do INSS ou dos entes federados contra o agressor para reaver os gastos com os pagamentos feitos à vítima.

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Há outras medidas de proteção social?

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Sim, o projeto também muda a regra de prorrogação da licença-maternidade em caso de internação da mãe ou do bebê após o parto.

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Além disso, garante à servidora pública federal lactante a redução de jornada, sem compensação nem desconto, até os 24 meses da criança.

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Qual é o próximo

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