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Hoje • abril 7, 2026
Bastou um vidro quebrado para transformar um trajeto comum em um relato de alerta. Quem viveu isso? O chef **Erick Jacquin**, que contou nas redes sociais ter sido vítima de um assalto nesta segunda-feira, dia **6**, em **São Paulo**. Como tudo aconteceu? Jacquin estava dentro de um **táxi**, durante uma corrida, quando criminosos quebraram o vidro do veículo e levaram seu **celular**. O apresentador descreveu o episódio de forma direta: “Aí gente, tudo bem? Infelizmente isso faz parte do Brasil. Eu fui assaltado faz pouco tempo, roubaram meu telefone através do vidro num táxi. Quebraram o vidro, pegaram meu telefone e foram embora”. O que mais preocupou o chef depois do roubo? Não foi apenas a perda do aparelho. Jacquin explicou que os assaltantes tiveram acesso ao telefone **desbloqueado**, o que abriu espaço para outro risco. Havia aplicativos de banco no celular? Segundo ele, **não**. Ainda assim, fez um pedido claro a amigos e conhecidos: não enviem dinheiro nem atendam a pedidos feitos por mensagens que possam surgir a partir do aparelho roubado. Por que esse aviso foi tão enfático? Porque, mesmo sem aplicativos bancários, o acesso ao telefone pode permitir contato com pessoas próximas. Foi por isso que ele reforçou: “Então gente, eu não vou precisar de nada. Tudo que acontecer de mensagem com vocês, pedindo coisas, não sou eu, é outra pessoa, é o filho da **** que roubou meu telefone”, desabafou. Esse caso foi tratado por ele apenas como um relato pessoal? Não. Jacquin também transformou a experiência em um **alerta**. O que ele recomendou? Que as pessoas evitem mexer no celular no banco de trás do táxi, justamente para reduzir a chance de novos assaltos. O conselho veio da própria situação que enfrentou: “se cuida, não faz igual eu, não mexe com telefone, dentro no táxi”. Mas esse tipo de crime acontece de forma isolada? As informações apontam que não. A **Polícia Civil** investiga a dinâmica do assalto conhecido como **“quebra-vidro”**, praticado por criminosos principalmente na **Marginal Tietê**, na zona Norte de São Paulo. O trabalho é conduzido por meio do **Deic**, o **Departamento Estadual de Investigações Criminais**. Como essa ação criminosa costuma ocorrer? Segundo as investigações, a dinâmica se repete. Os indivíduos localizam um motorista e atacam de forma súbita, quebrando o vidro do carro e roubando os pertences da vítima. É justamente essa rapidez que torna o golpe tão perigoso e difícil de evitar quando a pessoa está distraída com objetos à vista, como o celular. Houve resposta das forças de segurança a esse tipo de ocorrência? Sim. No mês de **março**, a **Polícia Militar de São Paulo** prendeu **70 pessoas** durante uma operação contra roubos na modalidade **“quebra-vidros”** e também contra o tráfico de drogas em diversas regiões da capital paulista. Entre os detidos, **46 eram procurados da Justiça**. E o que fica do relato de Jacquin? Fica o aviso dado por quem passou pela situação dentro de um táxi, em plena corrida, com o vidro quebrado e o telefone levado em segundos. Fica também a orientação para que ninguém confie em mensagens enviadas a partir do aparelho roubado. No fim, o relato completo foi este: **Erick Jacquin disse que foi assaltado dentro de um táxi em São Paulo, teve o vidro quebrado por criminosos que roubaram seu celular desbloqueado, afirmou que o aparelho não tinha aplicativos de bancos, pediu para que amigos e conhecidos não enviem dinheiro caso recebam mensagens em seu nome e alertou para que as pessoas não usem o telefone no banco de trás do táxi.**
Chef Erick Jacquin é vítima da gangue “quebra-vidros”; veja relato
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Bastou um vidro quebrado para transformar um trajeto comum em um relato de alerta.

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Quem viveu isso?

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O chef Erick Jacquin, que contou nas redes sociais ter sido vítima de um assalto nesta segunda-feira, dia 6, em São Paulo.

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Como tudo aconteceu?

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Jacquin estava dentro de um táxi, durante uma corrida, quando criminosos quebraram o vidro do veículo e levaram seu celular.

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O apresentador descreveu o episódio de forma direta: “Aí gente, tudo bem?

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Infelizmente isso faz parte do Brasil.

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Eu fui assaltado faz pouco tempo, roubaram meu telefone através do vidro num táxi.

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Quebraram o vidro, pegaram meu telefone e foram embora”.

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O que mais preocupou o chef depois do roubo?

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Não foi apenas a perda do aparelho.

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Jacquin explicou que os assaltantes tiveram acesso ao telefone desbloqueado, o que abriu espaço para outro risco.

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Havia aplicativos de banco no celular?

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Segundo ele, não.

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Ainda assim, fez um pedido claro a amigos e conhecidos: não enviem dinheiro nem atendam a pedidos feitos por mensagens que possam surgir a partir do aparelho roubado.

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Por que esse aviso foi tão enfático?

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Porque, mesmo sem aplicativos bancários, o acesso ao telefone pode permitir contato com pessoas próximas.

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Foi por isso que ele reforçou: “Então gente, eu não vou precisar de nada.

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Tudo que acontecer de mensagem com vocês, pedindo coisas, não sou eu, é outra pessoa, é o filho da ** que roubou meu telefone”, desabafou.

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Esse caso foi tratado por ele apenas como um relato pessoal?

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Não.

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Jacquin também transformou a experiência em um alerta.

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O que ele recomendou?

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Que as pessoas evitem mexer no celular no banco de trás do táxi, justamente para reduzir a chance de novos assaltos.

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O conselho veio da própria situação que enfrentou: “se cuida, não faz igual eu, não mexe com telefone, dentro no táxi”.

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Mas esse tipo de crime acontece de forma isolada?

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As informações apontam que não.

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A Polícia Civil investiga a dinâmica do assalto conhecido como “quebra-vidro”, praticado por criminosos principalmente na Marginal Tietê, na zona Norte de São Paulo.

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O trabalho é conduzido por meio do Deic, o Departamento Estadual de Investigações Criminais.

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Como essa ação criminosa costuma ocorrer?

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Segundo as investigações, a dinâmica se repete.

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Os indivíduos localizam um motorista e atacam de forma súbita, quebrando o vidro do carro e roubando os pertences da vítima.

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É justamente essa rapidez que torna o golpe tão perigoso e difícil de evitar quando a pessoa está distraída com objetos à vista, como o celular.

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Houve resposta das forças de segurança a esse tipo de ocorrência?

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Sim.

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No mês de março, a Polícia Militar de São Paulo prendeu 70 pessoas durante uma operação contra roubos na modalidade “quebra-vidros” e também contra o tráfico de drogas em diversas regiões da capital paulista.

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Entre os detidos, 46 eram procurados da Justiça.

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E o que fica do relato de Jacquin?

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Fica o aviso dado por quem passou pela situação dentro de um táxi, em plena corrida, com o vidro quebrado e o telefone levado em segundos.

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Fica também a orientação para que ninguém confie em mensagens enviadas a partir do aparelho roubado.

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No fim, o relato completo foi este: Erick Jacquin disse que foi assaltado dentro de um táxi em São Paulo, teve o vidro quebrado por criminosos que roubaram seu celular desbloqueado, afirmou que o aparelho não tinha aplicativos de bancos, pediu para que amigos e conhecidos não enviem dinheiro caso recebam mensagens em seu nome e alertou para que as pessoas não usem o telefone no banco de trás do táxi.

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(Fonte: Site)

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