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Hoje • março 26, 2026
O Brasil registrou, em 2025, o maior número de **feminicídios** da última década, com 1.568 mulheres assassinadas em razão de sua condição de gênero. Este número representa um aumento de 4,7% em relação a 2024, quando foram contabilizados 1.492 casos, conforme levantamento do **Fórum Brasileiro de Segurança Pública**. Este aumento ocorre em um contexto de crescente preocupação com a violência de gênero, especialmente às vésperas do Dia Internacional das Mulheres, uma data que simboliza a luta por direitos e pela proteção contra a violência. Desde a tipificação do feminicídio no Código Penal em 2015, o Brasil tem observado uma escalada nos números. Naquele ano, foram registrados 449 casos, que praticamente dobraram em 2016, com 929 vítimas. Os números continuaram a crescer nos anos seguintes: 1.075 em 2017, 1.229 em 2018, 1.330 em 2019 e 1.354 em 2020. Após um leve recuo em 2021, com 1.347 ocorrências, os registros voltaram a subir: 1.455 em 2022, 1.475 em 2023, 1.492 em 2024, até alcançar o patamar recorde em 2025. Por que o número de feminicídios continua a crescer? Segundo especialistas, parte do crescimento observado ao longo da década se deve ao aprimoramento na capacidade institucional de identificar e classificar corretamente os casos. O percentual de feminicídios entre os homicídios dolosos de mulheres passou de 9,4% em 2015 para 40,3% em 2024, indicando um maior reconhecimento do fenômeno pelas autoridades. No entanto, ainda existem diferenças significativas entre os estados quanto à qualidade dos registros. Qual é o impacto do reconhecimento do feminicídio pelas autoridades? O aumento no percentual de feminicídios entre os homicídios dolosos de mulheres sugere que as autoridades estão mais atentas e capacitadas para identificar esses casos. Desde março de 2015, quando a lei passou a classificar como feminicídio os assassinatos motivados por violência doméstica e familiar ou por menosprezo e discriminação à condição de mulher, ao menos 13.703 mulheres foram mortas no país sob essa tipificação. Como os dados são coletados e analisados? Os dados são baseados em boletins de ocorrência registrados pelas polícias civis estaduais e analisados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a partir dos registros policiais e das Secretarias estaduais de Segurança Pública e/ou Defesa Social. Nos últimos cinco anos, o aumento acumulado nos registros de feminicídio foi de 14,5%. Entre 2021 e 2022, o crescimento foi de 7,6%, seguido por uma relativa estabilidade, com altas próximas de 1% ao ano entre 2022 e 2024. O que pode ser feito para reduzir os feminicídios? A análise dos dados sugere que, além de melhorias na identificação e registro dos casos, é crucial implementar políticas públicas eficazes que visem à proteção das mulheres e à prevenção da violência de gênero. A conscientização da sociedade e o fortalecimento das redes de apoio também são fundamentais para enfrentar essa grave questão social. Em resumo, o aumento dos feminicídios no Brasil, especialmente em 2025, destaca a necessidade urgente de ações coordenadas e eficazes para proteger as mulheres e combater a violência de gênero. O reconhecimento do problema pelas autoridades é um passo importante, mas ainda há muito a ser feito para garantir a segurança e os direitos das mulheres no país.
Com Lula, Brasil tem o maior número de feminicídios em 10 anos
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O Brasil registrou, em 2025, o maior número de feminicídios da última década, com 1.

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568 mulheres assassinadas em razão de sua condição de gênero.

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Este número representa um aumento de 4,7% em relação a 2024, quando foram contabilizados 1.

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492 casos, conforme levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

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Este aumento ocorre em um contexto de crescente preocupação com a violência de gênero, especialmente às vésperas do Dia Internacional das Mulheres, uma data que simboliza a luta por direitos e pela proteção contra a violência.

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Desde a tipificação do feminicídio no Código Penal em 2015, o Brasil tem observado uma escalada nos números.

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Naquele ano, foram registrados 449 casos, que praticamente dobraram em 2016, com 929 vítimas.

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Os números continuaram a crescer nos anos seguintes: 1.

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075 em 2017, 1.

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229 em 2018, 1.

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330 em 2019 e 1.

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354 em 2020.

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Após um leve recuo em 2021, com 1.

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347 ocorrências, os registros voltaram a subir: 1.

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455 em 2022, 1.

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475 em 2023, 1.

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492 em 2024, até alcançar o patamar recorde em 2025.

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Por que o número de feminicídios continua a crescer?

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Segundo especialistas, parte do crescimento observado ao longo da década se deve ao aprimoramento na capacidade institucional de identificar e classificar corretamente os casos.

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O percentual de feminicídios entre os homicídios dolosos de mulheres passou de 9,4% em 2015 para 40,3% em 2024, indicando um maior reconhecimento do fenômeno pelas autoridades.

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No entanto, ainda existem diferenças significativas entre os estados quanto à qualidade dos registros.

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Qual é o impacto do reconhecimento do feminicídio pelas autoridades?

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O aumento no percentual de feminicídios entre os homicídios dolosos de mulheres sugere que as autoridades estão mais atentas e capacitadas para identificar esses casos.

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Desde março de 2015, quando a lei passou a classificar como feminicídio os assassinatos motivados por violência doméstica e familiar ou por menosprezo e discriminação à condição de mulher, ao menos 13.

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703 mulheres foram mortas no país sob essa tipificação.

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Como os dados são coletados e analisados?

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Os dados são baseados em boletins de ocorrência registrados pelas polícias civis estaduais e analisados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a partir dos registros policiais e das Secretarias estaduais de Segurança Pública e/ou Defesa Social.

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Nos últimos cinco anos, o aumento acumulado nos registros de feminicídio foi de 14,5%.

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Entre 2021 e 2022, o crescimento foi de 7,6%, seguido por uma relativa estabilidade, com altas próximas de 1% ao ano entre 2022 e 2024.

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O que pode ser feito para reduzir os feminicídios?

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A análise dos dados sugere que, além de melhorias na identificação e registro dos casos, é crucial implementar políticas públicas eficazes que visem à proteção das mulheres e à prevenção da violência de gênero.

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A conscientização da sociedade e o fortalecimento das redes de apoio também são fundamentais para enfrentar essa grave questão social.

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Em resumo, o aumento dos feminicídios no Brasil, especialmente em

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