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Hoje • março 27, 2026
**Cristiano Zanin vota por derrubar liminar e não prorrogar CPMI do INSS** O que motivou o voto de Cristiano Zanin contra a prorrogação da CPMI do INSS? Segundo a publicação, o ministro **Cristiano Zanin**, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou contra a prorrogação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, argumentando que não está configurado "o direito líquido e certo" alegado na ação. Zanin destacou que a **Constituição** não garante a prorrogação de CPIs, mencionando que o artigo 58, parágrafo terceiro, fala na criação de comissões parlamentares, mas não em sua prorrogação. Quais foram os principais argumentos de Zanin? O ministro enfatizou que a **jurisprudência** do próprio Supremo não apoia o pedido de prorrogação. Ele afirmou que os precedentes e julgados da Corte tratam da criação de comissões parlamentares de inquérito, mas não de sua prorrogação. Dessa forma, concluiu que estão ausentes os requisitos legais e constitucionais para a concessão da ordem. Como Zanin diferencia a criação e a prorrogação de uma comissão? Zanin argumentou que a criação e a prorrogação de uma comissão são situações distintas. A criação envolve o ato de instalar e iniciar uma investigação, enquanto a prorrogação não decorre automaticamente do texto constitucional. Ele destacou que a eventual extensão dos trabalhos não pode ser equiparada ao ato de instalação. Qual é o papel das regras regimentais na decisão sobre a prorrogação? O ministro observou que, mesmo que as regras regimentais fossem consideradas, não haveria obrigação de prorrogação. Ele apontou que o dispositivo citado no processo utiliza a expressão "poderá", indicando uma margem de decisão política. Nesse sentido, Zanin reforçou que caberia ao **Congresso** avaliar a conveniência da continuidade da comissão, e não ao Judiciário impor essa decisão. Qual é o contexto do julgamento no STF? O plenário do Supremo está julgando se mantém ou revoga a liminar concedida pelo ministro **André Mendonça**, que determinou a prorrogação da CPMI do INSS após um impasse sobre a leitura do requerimento no Congresso. A decisão liminar foi tomada após parlamentares apontarem omissão da Mesa do Congresso na condução do pedido de extensão do prazo. Mendonça entendeu que, em situações excepcionais, o direito da minoria parlamentar poderia justificar a continuidade dos trabalhos da comissão. Qual é o impacto do voto de Zanin no julgamento? Com o voto de Cristiano Zanin, o placar do julgamento chega a quatro votos a um pela derrubada da liminar, consolidando maioria no sentido de que não cabe ao Supremo impor a prorrogação da CPMI. Caso esse entendimento prevaleça, a comissão volta a ficar sujeita ao prazo originalmente previsto para encerramento. Como outros ministros se posicionaram sobre a questão? O ministro **Flávio Dino** abriu divergência e votou contra a prorrogação da CPMI do INSS, enquanto André Mendonça votou a favor da prorrogação por 60 dias. O ministro **Carlos Viana** não esperou o referendo do STF e prorrogou a CPMI do INSS. Em resumo, a decisão de Zanin reflete uma interpretação restritiva da Constituição e das regras regimentais, enfatizando a distinção entre a criação e a prorrogação de comissões parlamentares. O julgamento no STF continua a ser um ponto crucial para determinar o futuro da CPMI do INSS.
Cristiano Zanin vota por derrubar liminar e não prorrogar CPMI do INSS
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Cristiano Zanin vota por derrubar liminar e não prorrogar CPMI do INSS

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O que motivou o voto de Cristiano Zanin contra a prorrogação da CPMI do INSS?

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Segundo a publicação, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou contra a prorrogação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, argumentando que não está configurado "o direito líquido e certo" alegado na ação.

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Zanin destacou que a Constituição não garante a prorrogação de CPIs, mencionando que o artigo 58, parágrafo terceiro, fala na criação de comissões parlamentares, mas não em sua prorrogação.

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Quais foram os principais argumentos de Zanin?

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O ministro enfatizou que a jurisprudência do próprio Supremo não apoia o pedido de prorrogação.

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Ele afirmou que os precedentes e julgados da Corte tratam da criação de comissões parlamentares de inquérito, mas não de sua prorrogação.

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Dessa forma, concluiu que estão ausentes os requisitos legais e constitucionais para a concessão da ordem.

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Como Zanin diferencia a criação e a prorrogação de uma comissão?

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Zanin argumentou que a criação e a prorrogação de uma comissão são situações distintas.

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A criação envolve o ato de instalar e iniciar uma investigação, enquanto a prorrogação não decorre automaticamente do texto constitucional.

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Ele destacou que a eventual extensão dos trabalhos não pode ser equiparada ao ato de instalação.

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Qual é o papel das regras regimentais na decisão sobre a prorrogação?

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O ministro observou que, mesmo que as regras regimentais fossem consideradas, não haveria obrigação de prorrogação.

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Ele apontou que o dispositivo citado no processo utiliza a expressão "poderá", indicando uma margem de decisão política.

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Nesse sentido, Zanin reforçou que caberia ao Congresso avaliar a conveniência da continuidade da comissão, e não ao Judiciário impor essa decisão.

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Qual é o contexto do julgamento no STF?

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O plenário do Supremo está julgando se mantém ou revoga a liminar concedida pelo ministro André Mendonça, que determinou a prorrogação da CPMI do INSS após um impasse sobre a leitura do requerimento no Congresso.

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A decisão liminar foi tomada após parlamentares apontarem omissão da Mesa do Congresso na condução do pedido de extensão do prazo.

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Mendonça entendeu que, em situações excepcionais, o direito da minoria parlamentar poderia justificar a continuidade dos trabalhos da comissão.

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Qual é o impacto do voto de Zanin no julgamento?

10:42 ✓✓

Com o voto de Cristiano Zanin, o placar do julgamento chega a quatro votos a um pela derrubada da liminar, consolidando maioria no sentido de que não cabe ao Supremo impor a prorrogação da CPMI.

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Caso esse entendimento prevaleça, a comissão volta a ficar sujeita ao prazo originalmente previsto para encerramento.

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Como outros ministros se posicionaram sobre a questão?

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O ministro Flávio Dino abriu divergência e votou contra a prorrogação da CPMI do INSS, enquanto André Mendonça votou a favor da prorrogação por 60 dias.

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O ministro Carlos Viana não esperou o referendo do STF e prorrogou a CPMI do INSS.

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