Deus me livre de ser julgada por juiz que não seja imparcial e ético, diz Cármen Lúcia

março 19, 2026
A ministra **Cármen Lúcia**, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), destacou a importância da **imparcialidade e ética** no judiciário durante uma palestra realizada nesta quarta-feira (18). Segundo a publicação, Cármen Lúcia enfatizou que, para garantir a **igualdade de direitos**, é fundamental que os juízes atuem de maneira imparcial e ética. Ela afirmou que "Deus me livre de ser julgada por juiz que não seja imparcial e ético", ressaltando a necessidade de confiança no sistema judiciário para assegurar que todos os cidadãos sejam tratados de forma justa e equitativa. Durante o evento, a ministra abordou a relevância de um sistema judicial que respeite os princípios democráticos e os direitos humanos. Segundo o site, Cármen Lúcia argumentou que a imparcialidade dos juízes é um pilar essencial para a manutenção da democracia e da justiça social. Ela destacou que a atuação ética dos magistrados é crucial para evitar decisões tendenciosas que possam prejudicar o equilíbrio e a confiança no sistema legal. A ministra também mencionou que a sociedade deve estar atenta e exigir que os juízes mantenham um comportamento ético e imparcial em todas as suas decisões. Por fim, Cármen Lúcia reforçou a ideia de que a **igualdade de direitos** só pode ser alcançada quando o judiciário atua de forma transparente e responsável. Segundo a publicação, ela concluiu sua palestra afirmando que a ética e a imparcialidade são valores inegociáveis para qualquer juiz que deseja contribuir para uma sociedade mais justa e igualitária. A ministra destacou que é dever de todos, incluindo os cidadãos, garantir que esses princípios sejam respeitados e promovidos dentro do sistema judiciário, assegurando assim a confiança pública nas instituições legais.

A ministra Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), destacou a importância da imparcialidade e ética no judiciário durante uma palestra realizada nesta quarta-feira (18). Segundo a publicação, Cármen Lúcia enfatizou que, para garantir a igualdade de direitos, é fundamental que os juízes atuem de maneira imparcial e ética. Ela afirmou que "Deus me livre de ser julgada por juiz que não seja imparcial e ético", ressaltando a necessidade de confiança no sistema judiciário para assegurar que todos os cidadãos sejam tratados de forma justa e equitativa.

Durante o evento, a ministra

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