DNA dos iaques pode ser a cura da esclerose múltipla?
março 20, 2026
Um estudo recente em genética e neurociência revelou que uma adaptação biológica presente nos iaques pode ter um papel crucial no tratamento da esclerose múltipla. Essa descoberta está relacionada a uma mutação no gene Retsat, que foi observada em iaques e demonstrou aumentar a proteção e a regeneração da mielina em modelos de camundongo. A mielina é uma substância essencial que envolve as fibras nervosas, garantindo a condução eficiente dos impulsos nervosos. Na esclerose múltipla, essa camada protetora é danificada, resultando em uma série de sintomas neurológicos debilitantes. Segundo a publicação,
...