“Eu não tenho esse direito.
” A frase é curta, direta e carrega um peso que imediatamente desloca a atenção para uma pergunta inevitável: de que direito André Mendonça estava falando?
A resposta veio em um contexto solene, mas com um recado objetivo sobre o exercício da função pública.
Nesta segunda-feira, 6, o ministro do Supremo Tribunal Federal afirmou que não pode privilegiar aliados nem perseguir adversários.
Mas por que essa declaração chamou atenção?
Porque ela foi feita justamente durante uma homenagem.
Mendonça participou de uma sessão solene na Assembleia Legislativa de São Paulo, a Alesp, onde foi homenageado.
Em vez de transformar o momento em celebração pessoal, ele direcionou a fala para um princípio que, segundo suas próprias palavras, deve orientar a atuação de quem ocupa um cargo público: a imparcialidade.
E o que ele disse sobre isso?
Mendonça resumiu a ideia de forma clara ao afirmar que a imparcialidade exige olhar para as pessoas sem favorecer quem está próximo e sem usar a função para atingir quem pensa diferente.
A fala foi apresentada como uma defesa de conduta institucional, não como um gesto de conveniência.
O ponto central estava justamente nessa limitação que ele atribuiu a si mesmo: no cargo que ocupa, não lhe caberia agir por amizade, afinidade ou oposição.
Mas essa posição foi expressa de maneira abstrata ou direta?
Ao dizer “eu não tenho esse direito”, o ministro deixou explícito que, no entendimento dele, a função pública impõe freios pessoais.
A declaração associa o exercício do poder a uma obrigação de contenção.
Em outras palavras, a autoridade do cargo não abriria espaço para beneficiar amigos nem para retaliar adversários.
E onde exatamente isso foi dito?
Durante a cerimônia realizada na Alesp, em uma sessão solene.
Esse detalhe importa porque o ambiente era de reconhecimento público.
Ainda assim, a fala não se concentrou no elogio recebido, mas na responsabilidade do posto que ele ocupa no STF.
A homenagem serviu de cenário para uma manifestação sobre dever institucional.
Mas qual foi a formulação apresentada por Mendonça?
Também declarou: “Imparcialidade é você olhar para as pessoas de modo.
.
.
”.
A descrição disponível interrompe a citação nesse ponto, sem trazer a continuação completa dessa frase.
Então o que fica plenamente registrado dessa fala?
Fica registrado que André Mendonça, ministro do Supremo Tribunal Federal, afirmou, nesta segunda-feira, 6, durante sessão solene na Assembleia Legislativa de São Paulo, que não pode privilegiar aliados nem perseguir adversários no exercício da função pública.
E fica registrada, de forma literal, a frase que concentrou a mensagem e deu o tom da declaração: “Eu não tenho esse direito.