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Hoje • abril 7, 2026
Uma crítica direta, um pedido a **Lula** e uma provocação ao peso do **dólar** colocaram o **Pix** no centro de uma disputa que ultrapassa o Brasil. O que levou **Gustavo Petro**, presidente da **Colômbia**, a entrar nesse debate de forma tão enfática? Segundo informações divulgadas pela TV colombiana **RTVC** no domingo, 5 de abril de 2026, Petro reagiu à ameaça atribuída a **Donald Trump** de incluir o sistema brasileiro na lista do **OFAC**, o **Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros** dos Estados Unidos. Mas por que isso chamou tanta atenção fora do Brasil? Porque a fala de Petro não ficou restrita a uma crítica pontual aos Estados Unidos. Ele questionou a intenção de colocar o **Pix** sob controle de um órgão ligado a sanções e ativos estrangeiros e, ao mesmo tempo, defendeu que o modelo brasileiro fosse compartilhado com outros países da **América Latina**. A discussão, assim, deixou de ser apenas sobre um sistema de pagamentos e passou a tocar em temas como **soberania financeira** e **inovação tecnológica**. E o que exatamente Petro pediu? Ele solicitou ao governo de **Lula da Silva** que estenda o sistema de pagamentos do Brasil para a região. A proposta mencionada é que a experiência brasileira sirva de base para ampliar o uso de uma ferramenta de pagamento **gratuita**, reduzindo a dependência de **bandeiras internacionais de cartões**, que cobram taxas. Em vez de manter a intermediação tradicional, a ideia é aproximar economias sul-americanas por meio de uma solução que já alcançou grande escala no mercado brasileiro. Por que o **Pix** aparece como peça importante nessa conversa? Porque o sistema acumulou uma movimentação recorde de **R$ 35,36 trilhões** no ano passado, de acordo com dados informados pelo **Banco Central**. Esse volume reforça o tamanho que a plataforma alcançou no país e ajuda a explicar por que ela passou a ser observada também fora das fronteiras brasileiras. Não se trata apenas de popularidade: trata-se de escala, uso cotidiano e capacidade de operar em larga dimensão. E o sistema vai permanecer como está? Não. O **Banco Central** prepara novidades para a plataforma. Entre elas está a **cobrança híbrida**, que permitirá ao usuário pagar uma mesma cobrança tanto por **Pix** quanto por **boleto**. Essa funcionalidade ainda é **opcional**, mas se tornará **obrigatória em novembro**. A atualização mostra que o sistema continua em expansão e adaptação, o que também contribui para o interesse internacional em torno do modelo. Então a fala de Petro foi só uma reação política? Não apenas. Ela também ampliou o interesse sobre a possibilidade de levar o serviço para além do Brasil. No debate regional, a proposta foi associada à integração das economias da **América do Sul** por meio de uma ferramenta já consolidada no Brasil. Nesse contexto, a defesa do **Pix** aparece ligada à tentativa de reduzir a dependência de estruturas financeiras externas e de taxas cobradas por operadores internacionais. E como outras figuras políticas reagiram? De acordo com as informações citadas, **Flávio Bolsonaro** manteve silêncio sobre as falas de Trump, mas afirmou que não acabará com o serviço se for eleito. Esse posicionamento surge em meio à repercussão do tema, que ganhou força após a manifestação de Petro e a divulgação da notícia pela **RTVC**. O que, afinal, foi dito de forma mais clara por Petro? Que ele questionou a ameaça do governo dos **Estados Unidos** de incluir o **Pix** na lista do **OFAC** e pediu ao governo de **Lula** que o sistema brasileiro de pagamentos seja estendido à **América Latina**, com o objetivo de reduzir a dependência de **bandeiras internacionais de cartões** e suas taxas. Ao mesmo tempo, o debate ganhou força porque o **Pix** movimentou **R$ 35,36 trilhões** no último ano, enquanto o **Banco Central** prepara a **cobrança híbrida**, opcional por enquanto e obrigatória em **novembro**.
Fim do dólar? Petro detona Trump e pede a Lula o Pix na Colômbia
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Uma crítica direta, um pedido a Lula e uma provocação ao peso do dólar colocaram o Pix no centro de uma disputa que ultrapassa o Brasil.

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O que levou Gustavo Petro, presidente da Colômbia, a entrar nesse debate de forma tão enfática?

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Segundo informações divulgadas pela TV colombiana RTVC no domingo, 5 de abril de 2026, Petro reagiu à ameaça atribuída a Donald Trump de incluir o sistema brasileiro na lista do OFAC, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros dos Estados Unidos.

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Mas por que isso chamou tanta atenção fora do Brasil?

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Porque a fala de Petro não ficou restrita a uma crítica pontual aos Estados Unidos.

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Ele questionou a intenção de colocar o Pix sob controle de um órgão ligado a sanções e ativos estrangeiros e, ao mesmo tempo, defendeu que o modelo brasileiro fosse compartilhado com outros países da América Latina.

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A discussão, assim, deixou de ser apenas sobre um sistema de pagamentos e passou a tocar em temas como soberania financeira e inovação tecnológica.

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E o que exatamente Petro pediu?

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Ele solicitou ao governo de Lula da Silva que estenda o sistema de pagamentos do Brasil para a região.

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A proposta mencionada é que a experiência brasileira sirva de base para ampliar o uso de uma ferramenta de pagamento gratuita, reduzindo a dependência de bandeiras internacionais de cartões, que cobram taxas.

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Em vez de manter a intermediação tradicional, a ideia é aproximar economias sul-americanas por meio de uma solução que já alcançou grande escala no mercado brasileiro.

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Por que o Pix aparece como peça importante nessa conversa?

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Porque o sistema acumulou uma movimentação recorde de R$ 35,36 trilhões no ano passado, de acordo com dados informados pelo Banco Central.

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Esse volume reforça o tamanho que a plataforma alcançou no país e ajuda a explicar por que ela passou a ser observada também fora das fronteiras brasileiras.

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Não se trata apenas de popularidade: trata-se de escala, uso cotidiano e capacidade de operar em larga dimensão.

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E o sistema vai permanecer como está?

10:37 ✓✓

Não.

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O Banco Central prepara novidades para a plataforma.

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Entre elas está a cobrança híbrida, que permitirá ao usuário pagar uma mesma cobrança tanto por Pix quanto por boleto.

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Essa funcionalidade ainda é opcional, mas se tornará obrigatória em novembro.

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A atualização mostra que o sistema continua em expansão e adaptação, o que também contribui para o interesse internacional em torno do modelo.

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Então a fala de Petro foi só uma reação política?

10:43 ✓✓

Não apenas.

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Ela também ampliou o interesse sobre a possibilidade de levar o serviço para além do Brasil.

10:45

No debate regional, a proposta foi associada à integração das economias da América do Sul por meio de uma ferramenta já consolidada no Brasil.

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Nesse contexto, a defesa do Pix aparece ligada à tentativa de reduzir a dependência de estruturas financeiras externas e de taxas cobradas por operadores internacionais.

10:47

E como outras figuras políticas reagiram?

10:48 ✓✓

De acordo com as informações citadas, Flávio Bolsonaro manteve silêncio sobre as falas de Trump, mas afirmou que não acabará com o serviço se for eleito.

10:49

Esse posicionamento surge em meio à repercussão do tema, que ganhou força após a manifestação de Petro e a divulgação da notícia pela RTVC.

10:50

O que, afinal, foi dito de forma mais clara por Petro?

10:51 ✓✓

Que ele questionou a ameaça do governo dos Estados Unidos de incluir o Pix na lista do OFAC e pediu ao governo de Lula que o sistema brasileiro de pagamentos seja estendido à América Latina, com o objetivo de reduzir a dependência de bandeiras internacionais de cartões e suas taxas.

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Ao mesmo tempo, o debate ganhou força porque o Pix movimentou R$ 35,36 trilhões no último ano, enquanto o Banco Central prepara a cobrança híbrida, opcional por enquanto e obrigatória em novembro.

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(Fonte: Site)

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