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Hoje • abril 6, 2026
Bastou o assunto voltar à mesa para reacender uma das acusações mais sensíveis da política recente. O que Flávio Bolsonaro disse agora sobre a **“rachadinha”**? Nesta segunda-feira, 6, o senador afirmou que pretende enfrentar esse tema durante a **pré-campanha presidencial** e voltou a negar qualquer envolvimento nas cobranças atribuídas ao ex-assessor **Fabrício Queiroz**. Mas por que essa declaração chama atenção neste momento? Porque ela retoma um caso que marcou sua trajetória pública e que, mesmo após decisões judiciais e o arquivamento da denúncia, continua sendo lembrado no debate político. Ao falar em entrevista ao podcast **Inteligência Ltda**, Flávio reconheceu que Queiroz admitiu ter cobrado parte dos salários de funcionários, mas afirmou que **não sabia** da prática. E como ele descreveu essa situação? Segundo o senador, Queiroz cuidava de uma parte de sua assessoria ligada à **panfletagem na rua**. Foi nesse contexto que, de acordo com Flávio, o ex-assessor teria dito que contratava pessoas e cobrava uma parte do salário delas, sem que ele tivesse conhecimento disso. Na entrevista, o senador declarou: “Toda essa espuma de tentar destruir minha reputação… nunca respondi criminalmente por isso. Queiroz cuidava de uma parte da minha assessoria que fazia panfletagem na rua. Ele falou que tinha pessoas que ele contratou e que cobrava uma parte do salário, e colocou no papel que eu jamais tinha conhecimento disso”. Mas de onde surgiu essa investigação? O caso começou em **2018**, a partir de relatórios do **Conselho de Controle de Atividades Financeiras**, o **Coaf**. Esses documentos apontaram movimentações consideradas **atípicas** no gabinete de Flávio Bolsonaro, que à época era **deputado estadual** na **Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro**. E o que aconteceu a partir daí? O **Ministério Público do Rio de Janeiro** chegou a denunciá-lo por **peculato**, **lavagem de dinheiro** e **organização criminosa**. A acusação avançou com base em provas reunidas durante a investigação, o que colocou o caso no centro da atenção pública e política. Então por que a denúncia não seguiu adiante? Porque decisões do **STF** e do **STJ** anularam provas consideradas relevantes para o processo. Entre os elementos invalidados estavam **quebras de sigilo bancário** e **relatórios financeiros**. Sem essas provas, a base da acusação foi enfraquecida. E qual foi a consequência prática dessa invalidação? Em **2022**, o Ministério Público pediu o **arquivamento da denúncia**. A justificativa foi direta: os elementos que restaram após a anulação das provas não sustentavam a acusação. Isso significa que Flávio usa esse ponto para sustentar sua defesa? Sim. Ao voltar a falar sobre o caso, ele reforça que **nunca respondeu criminalmente** pela acusação e insiste que não tinha conhecimento das cobranças feitas por Queiroz. Ao mesmo tempo, sinaliza que não pretende evitar o tema durante a pré-campanha, mas sim enfrentá-lo publicamente. E o que fica, afinal, da fala mais recente? Fica a reafirmação de uma linha de defesa que ele mantém desde o avanço das investigações: **Fabrício Queiroz admitiu a cobrança de parte dos salários de funcionários, mas Flávio Bolsonaro diz que jamais teve conhecimento disso**. Também fica o histórico do caso: a investigação começou em **2018** com base em relatórios do **Coaf** sobre movimentações atípicas no gabinete, o **Ministério Público do Rio** o denunciou por **peculato**, **lavagem de dinheiro** e **organização criminosa**, e depois o **STF** e o **STJ** anularam provas relevantes, como **quebras de sigilo bancário** e **relatórios financeiros**. Com isso, em **2022**, o Ministério Público pediu o **arquivamento da denúncia**, alegando que os elementos remanescentes não sustentavam a acusação.
Flávio volta a falar sobre “rachadinha” e nega envolvimento
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Bastou o assunto voltar à mesa para reacender uma das acusações mais sensíveis da política recente.

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O que Flávio Bolsonaro disse agora sobre a “rachadinha”?

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Nesta segunda-feira, 6, o senador afirmou que pretende enfrentar esse tema durante a pré-campanha presidencial e voltou a negar qualquer envolvimento nas cobranças atribuídas ao ex-assessor Fabrício Queiroz.

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Mas por que essa declaração chama atenção neste momento?

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Porque ela retoma um caso que marcou sua trajetória pública e que, mesmo após decisões judiciais e o arquivamento da denúncia, continua sendo lembrado no debate político.

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Ao falar em entrevista ao podcast Inteligência Ltda, Flávio reconheceu que Queiroz admitiu ter cobrado parte dos salários de funcionários, mas afirmou que não sabia da prática.

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E como ele descreveu essa situação?

10:28 ✓✓

Segundo o senador, Queiroz cuidava de uma parte de sua assessoria ligada à panfletagem na rua.

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Foi nesse contexto que, de acordo com Flávio, o ex-assessor teria dito que contratava pessoas e cobrava uma parte do salário delas, sem que ele tivesse conhecimento disso.

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Na entrevista, o senador declarou: “Toda essa espuma de tentar destruir minha reputação… nunca respondi criminalmente por isso.

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Queiroz cuidava de uma parte da minha assessoria que fazia panfletagem na rua.

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Ele falou que tinha pessoas que ele contratou e que cobrava uma parte do salário, e colocou no papel que eu jamais tinha conhecimento disso”.

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Mas de onde surgiu essa investigação?

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O caso começou em 2018, a partir de relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o Coaf.

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Esses documentos apontaram movimentações consideradas atípicas no gabinete de Flávio Bolsonaro, que à época era deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

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E o que aconteceu a partir daí?

10:37 ✓✓

O Ministério Público do Rio de Janeiro chegou a denunciá-lo por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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A acusação avançou com base em provas reunidas durante a investigação, o que colocou o caso no centro da atenção pública e política.

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Então por que a denúncia não seguiu adiante?

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Porque decisões do STF e do STJ anularam provas consideradas relevantes para o processo.

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Entre os elementos invalidados estavam quebras de sigilo bancário e relatórios financeiros.

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Sem essas provas, a base da acusação foi enfraquecida.

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E qual foi a consequência prática dessa invalidação?

10:44 ✓✓

Em 2022, o Ministério Público pediu o arquivamento da denúncia.

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A justificativa foi direta: os elementos que restaram após a anulação das provas não sustentavam a acusação.

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Isso significa que Flávio usa esse ponto para sustentar sua defesa?

10:47 ✓✓

Sim.

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Ao voltar a falar sobre o caso, ele reforça que nunca respondeu criminalmente pela acusação e insiste que não tinha conhecimento das cobranças feitas por Queiroz.

10:49

Ao mesmo tempo, sinaliza que não pretende evitar o tema durante a pré-campanha, mas sim enfrentá-lo publicamente.

10:50

E o que fica, afinal, da fala mais recente?

10:51 ✓✓

Fica a reafirmação de uma linha de defesa que ele mantém desde o avanço das investigações: Fabrício Queiroz admitiu a cobrança de parte dos salários de funcionários, mas Flávio Bolsonaro diz que jamais teve conhecimento disso.

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Também fica o histórico do caso: a investigação começou em 2018 com base em relatórios do Coaf sobre movimentações atípicas no gabinete, o Ministério Público do Rio o denunciou por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, e depois o STF e o STJ anularam provas relevantes, como quebras de sigilo bancário e relatórios financeiros.

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Com isso, em 2022, o Ministério Público pediu o arquivamento da denúncia, alegando que os elementos remanescentes não sustentavam a acusação.

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(Fonte: Site)

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