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Hoje • março 26, 2026
**Lulinha era consultor da Fictor, empresa com dívida de R$ 4,2 bilhões investigada por fraudes**. A investigação da Polícia Federal está focada em suspeitas de **fraudes bancárias** que podem estar ligadas à facção criminosa **Comando Vermelho**. De acordo com informações de pessoas que trabalharam para empresas do grupo **Fictor**, **Fábio Luís Lula da Silva**, conhecido como Lulinha e filho do presidente Lula, teria uma relação próxima com o empresário **Luiz Phillippe Rubini**, ex-sócio da Fictor. A Fictor, que anunciou em novembro uma tentativa de compra do **Banco Master**, entrou em **recuperação judicial** em 2 de fevereiro deste ano, declarando dívidas superiores a **R$ 4,2 bilhões**. A operação da Polícia Federal, que teve como alvo Rubini, ocorreu em meio a essas movimentações financeiras suspeitas. Segundo relatos, Lulinha teria atuado como **consultor** da Fictor, especialmente ao longo de 2024, com o objetivo de facilitar a aproximação da empresa com o **governo federal**. Mas qual era o papel de Lulinha na Fictor? De acordo com as fontes, ele teria sido contratado para ajudar a empresa a se conectar com o governo, embora sua presença nos escritórios tenha sido reduzida para evitar exposição. Mesmo assim, ele foi visto no local no ano passado. Além disso, as mesmas fontes afirmam que, a partir dessa relação, Rubini teria sido indicado para integrar o **Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável**, conhecido como “Conselhão”, um órgão consultivo da Presidência da República. No entanto, a **Secretaria de Relações Institucionais** negou que Rubini tenha sido indicado por Lulinha para o colegiado. A proximidade entre Lulinha e Rubini também teria facilitado a participação de Rubini no grupo parlamentar de relacionamento com o **Brics** no Senado, onde sua atuação no mercado financeiro foi considerada relevante. No entanto, a defesa de Lulinha contesta essas acusações. O advogado **Marco Aurélio de Carvalho** afirmou que seu cliente conhece Rubini, mas negou qualquer vínculo profissional com a Fictor ou atuação para indicação a cargos públicos. “Essa é mais uma tentativa de colocar Fábio no meio de um escândalo”, declarou. Outro defensor, o criminalista **Guilherme Suguimor**, reforçou que não houve relação comercial nem participação em articulações políticas. “Fábio Luís não é político e não possui poder de influência ou determinação de órgãos governamentais”, afirmou. Segundo a defesa, Lulinha reside na **Espanha** desde 2024, o que reforça a tese de que ele não teria envolvimento direto nas operações da Fictor. A situação levanta várias questões sobre a real extensão da influência de Lulinha e a natureza de sua relação com Rubini e a Fictor. Enquanto a investigação da Polícia Federal continua, o caso permanece envolto em controvérsias e negações, com ambas as partes apresentando suas versões dos fatos.
Lulinha era consultar da Fictor, empresa com dívida de R$ 4,2 bilhões investigada por fraudes
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Lulinha era consultor da Fictor, empresa com dívida de R$ 4,2 bilhões investigada por fraudes.

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A investigação da Polícia Federal está focada em suspeitas de fraudes bancárias que podem estar ligadas à facção criminosa Comando Vermelho.

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De acordo com informações de pessoas que trabalharam para empresas do grupo Fictor, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha e filho do presidente Lula, teria uma relação próxima com o empresário Luiz Phillippe Rubini, ex-sócio da Fictor.

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A Fictor, que anunciou em novembro uma tentativa de compra do Banco Master, entrou em recuperação judicial em 2 de fevereiro deste ano, declarando dívidas superiores a R$ 4,2 bilhões.

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A operação da Polícia Federal, que teve como alvo Rubini, ocorreu em meio a essas movimentações financeiras suspeitas.

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Segundo relatos, Lulinha teria atuado como consultor da Fictor, especialmente ao longo de 2024, com o objetivo de facilitar a aproximação da empresa com o governo federal.

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Mas qual era o papel de Lulinha na Fictor?

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De acordo com as fontes, ele teria sido contratado para ajudar a empresa a se conectar com o governo, embora sua presença nos escritórios tenha sido reduzida para evitar exposição.

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Mesmo assim, ele foi visto no local no ano passado.

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Além disso, as mesmas fontes afirmam que, a partir dessa relação, Rubini teria sido indicado para integrar o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, conhecido como “Conselhão”, um órgão consultivo da Presidência da República.

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No entanto, a Secretaria de Relações Institucionais negou que Rubini tenha sido indicado por Lulinha para o colegiado.

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A proximidade entre Lulinha e Rubini também teria facilitado a participação de Rubini no grupo parlamentar de relacionamento com o Brics no Senado, onde sua atuação no mercado financeiro foi considerada relevante.

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No entanto, a defesa de Lulinha contesta essas acusações.

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O advogado Marco Aurélio de Carvalho afirmou que seu cliente conhece Rubini, mas negou qualquer vínculo profissional com a Fictor ou atuação para indicação a cargos públicos.

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“Essa é mais uma tentativa de colocar Fábio no meio de um escândalo”, declarou.

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Outro defensor, o criminalista Guilherme Suguimor, reforçou que não houve relação comercial nem participação em articulações políticas.

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“Fábio Luís não é político e não possui poder de influência ou determinação de órgãos governamentais”, afirmou.

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Segundo a defesa, Lulinha reside na Espanha desde 2024, o que reforça a tese de que ele não teria envolvimento direto nas operações da Fictor.

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A situação levanta várias questões sobre a real extensão da influência de Lulinha e a natureza de sua relação com Rubini e a Fictor.

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Enquanto a investigação da Polícia Federal continua, o caso permanece envolto em controvérsias e negações, com ambas as partes apresentando suas versões dos fatos.

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