Moraes diz que deputados réus do PL tratavam emendas como bens privados

março 18, 2026
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de **Moraes**, afirmou que os deputados **Josimar Maranhãozinho**, **Pastor Gil** e **Bosco Costa**, todos do Partido Liberal (PL), tratavam as emendas parlamentares como se fossem bens privados. Segundo a publicação da CNN Brasil, esses parlamentares são acusados de desviar recursos públicos e cobrar propina, o que configura um grave desvio de função e abuso de poder. As emendas parlamentares, que deveriam ser destinadas a projetos de interesse público, foram supostamente utilizadas para fins pessoais, comprometendo a integridade e a transparência do processo legislativo. De acordo com a investigação, os deputados teriam se beneficiado financeiramente ao manipular a destinação das emendas, prática que envolve a cobrança de propina para liberar recursos a determinados municípios ou projetos. Segundo o site da CNN Brasil, essa prática não apenas viola princípios éticos, mas também compromete a confiança pública nas instituições governamentais. O caso levanta preocupações sobre a fiscalização e o controle do uso das emendas parlamentares, que são instrumentos importantes para o desenvolvimento regional, mas que, quando mal utilizados, podem se tornar ferramentas de corrupção. A denúncia contra os deputados do PL destaca a necessidade de uma reforma no sistema de emendas parlamentares para garantir maior transparência e responsabilidade no uso dos recursos públicos. Conforme mencionado na publicação, o ministro Alexandre de Moraes enfatizou a importância de tratar as emendas com a seriedade que o cargo exige, lembrando que os recursos são destinados ao bem comum e não devem ser apropriados para interesses pessoais. Este caso serve como um alerta para a necessidade de mecanismos mais rigorosos de controle e prestação de contas, a fim de evitar que práticas corruptas comprometam o funcionamento do sistema democrático e a confiança da população em seus representantes.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, afirmou que os deputados Josimar Maranhãozinho, Pastor Gil e Bosco Costa, todos do Partido Liberal (PL), tratavam as emendas parlamentares como se fossem bens privados. Segundo a publicação da CNN Brasil, esses parlamentares são acusados de desviar recursos públicos e cobrar propina, o que configura um grave desvio de função e abuso de poder. As emendas parlamentares, que deveriam ser destinadas a projetos de interesse público, foram supostamente utilizadas para fins pessoais, comprometendo a integridade e a transparência do processo

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