“Não posso afirmar culpa de Lulinha, mas houve blindagem”, afirma presidente da CPMI

março 17, 2026
O presidente da **CPMI do INSS**, senador Carlos Viana (Podemos-MG), destacou que a comissão enfrentou diversos obstáculos durante as investigações relacionadas a **Fábio Luiz Lula da Silva**, conhecido como Lulinha. Em entrevista ao programa Roda Viva, Viana afirmou que, apesar de não poder confirmar a culpa de Lulinha, houve uma clara "blindagem" que dificultou o progresso das investigações. Segundo a publicação, a comissão encontrou barreiras tanto políticas quanto judiciais, que limitaram o acesso a informações e documentos essenciais para o avanço das apurações. Durante a entrevista, o senador Viana mencionou que a viagem de Lulinha, filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi um dos pontos de interesse da comissão. No entanto, ele ressaltou que a investigação não conseguiu avançar significativamente devido à falta de cooperação de algumas partes envolvidas e à proteção que Lulinha teria recebido. Segundo o site O Antagonista, essa proteção se manifestou de várias formas, incluindo a dificuldade em obter documentos e depoimentos que poderiam esclarecer o papel de Lulinha em possíveis irregularidades. A **CPMI do INSS** foi criada com o objetivo de investigar fraudes e irregularidades no sistema previdenciário brasileiro. No entanto, segundo o senador Viana, a comissão esbarrou em desafios que foram além das questões técnicas e administrativas, envolvendo também interesses políticos que complicaram o andamento das investigações. A declaração do presidente da CPMI destaca a complexidade e a sensibilidade das investigações que envolvem figuras públicas e a necessidade de um sistema judicial e político que permita o livre acesso à informação e a transparência nas apurações.

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), destacou que a comissão enfrentou diversos obstáculos durante as investigações relacionadas a Fábio Luiz Lula da Silva, conhecido como Lulinha. Em entrevista ao programa Roda Viva, Viana afirmou que, apesar de não poder confirmar a culpa de Lulinha, houve uma clara "blindagem" que dificultou o progresso das investigações. Segundo a publicação, a comissão encontrou barreiras tanto políticas quanto judiciais, que limitaram o acesso a informações e documentos essenciais para o avanço das apurações.

Durante a entrevista, o senador Viana

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