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Hoje • abril 7, 2026
Tudo parecia seguir como uma celebração comum, até que o prêmio mais aguardado terminou nas mãos de quem conduzia o próprio sorteio. Como isso aconteceu? Em **Canasvieiras**, em **Florianópolis**, o padre **Eduardo Senna**, pároco da **Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe**, organizou uma rifa beneficente chamada **Ação Entre Amigos**. O objetivo era arrecadar recursos para a reforma de **cinco comunidades** ligadas à paróquia: **São Pedro**, **São Brás**, **Divino Espírito Santo**, **Sagrada Face** e a própria **Matriz**. E qual era o prêmio principal? Um **Fiat Argo 0km**. Além dele, também estavam previstos outros itens no sorteio: **TV de 32 polegadas**, **air fryer**, **notebook**, **churrasqueira elétrica**, **bicicleta** e **micro-ondas**. Cada número custava **R$ 50**, com pagamento feito por **Pix**. Quando o caso começou a chamar atenção? No momento do sorteio, realizado no **domingo de Páscoa, 5 de abril**, durante a missa na **Igreja Matriz**. Foi ali que o bilhete retirado para o prêmio principal gerou surpresa e, logo depois, questionamentos. O que havia de diferente nesse bilhete? Conforme o vídeo do sorteio que circula nas redes sociais, o bilhete sorteado para o carro estava **em branco**, sem nome ou dados preenchidos. Em seguida, o próprio padre reconheceu, no momento da premiação, que aquele bilhete era dele. Ele já havia dito que participaria? Sim. Ainda durante a missa, antes mesmo do sorteio, o pároco afirmou aos fiéis que havia comprado números e que os deixou sem preencher o nome. Quando o bilhete premiado foi retirado, ele declarou: **“É em branco, é o meu. Aqui em branco, nada escrito, porque é verdade. E não estou mentindo”**. Por que isso provocou reação? Porque o fato de o organizador da rifa também participar da ação, e ainda vencer o prêmio principal com um bilhete sem identificação, levantou dúvidas entre fiéis e pessoas que ajudaram na venda dos números. Quem questionou a dinâmica? Uma **catequista da paróquia** que auxiliou na venda dos bilhetes afirmou que a forma como o sorteio ocorreu levanta questionamentos sobre a **transparência** do processo. Ela também comparou a situação ao dono de uma empresa participar do próprio sorteio promovido por ela. Segundo seu relato, ficou com vergonha diante das pessoas para quem vendeu os bilhetes. A reação ficou restrita aos bastidores? Não. Segundo essa mesma catequista, a comunidade está **indignada**, embora parte dos fiéis tenha receio de se manifestar publicamente por medo de represálias. Nas redes sociais, a repercussão também apareceu de forma clara. O que disseram os comentários? Na publicação oficial da paróquia no **Instagram**, que confirmou o padre como ganhador do carro, as opiniões ficaram divididas. De um lado, houve quem defendesse que ele comprou bilhetes e, por isso, teria direito ao prêmio como qualquer outro participante. De outro, surgiram críticas à **lisura** do processo, com observações de que um bilhete sem nome não comprova propriedade e de que um sorteio com prêmio de alto valor deveria estar vinculado à **Loteria Federal** para garantir mais transparência. Houve resposta oficial? Até a publicação da reportagem, não havia manifestação oficial da **Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe** nem da **Arquidiocese de Florianópolis** sobre os questionamentos levantados. Existe denúncia formal registrada? Conforme apurou o **Jornal Razão**, ainda não havia registro de **denúncia formal** sobre o caso. E os outros prêmios? Os demais itens sorteados foram entregues a outros ganhadores. O que ficou no centro de toda a repercussão? O fato de que o padre **Eduardo Senna**, responsável por organizar a rifa beneficente da paróquia, participou do sorteio, informou previamente que havia comprado bilhetes deixados **em branco**, e acabou sendo anunciado como vencedor do **Fiat Argo 0km** justamente após o sorteio de um bilhete sem identificação, durante a missa de **5 de abril**, em **Florianópolis**.
Padre organiza rifa, participa do sorteio e leva o carro ao sortear bilhete em branco em SC
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Tudo parecia seguir como uma celebração comum, até que o prêmio mais aguardado terminou nas mãos de quem conduzia o próprio sorteio.

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Como isso aconteceu?

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Em Canasvieiras, em Florianópolis, o padre Eduardo Senna, pároco da Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, organizou uma rifa beneficente chamada Ação Entre Amigos.

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O objetivo era arrecadar recursos para a reforma de cinco comunidades ligadas à paróquia: São Pedro, São Brás, Divino Espírito Santo, Sagrada Face e a própria Matriz.

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E qual era o prêmio principal?

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Um Fiat Argo 0km.

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Além dele, também estavam previstos outros itens no sorteio: TV de 32 polegadas, air fryer, notebook, churrasqueira elétrica, bicicleta e micro-ondas.

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Cada número custava R$ 50, com pagamento feito por Pix.

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Quando o caso começou a chamar atenção?

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No momento do sorteio, realizado no domingo de Páscoa, 5 de abril, durante a missa na Igreja Matriz.

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Foi ali que o bilhete retirado para o prêmio principal gerou surpresa e, logo depois, questionamentos.

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O que havia de diferente nesse bilhete?

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Conforme o vídeo do sorteio que circula nas redes sociais, o bilhete sorteado para o carro estava em branco, sem nome ou dados preenchidos.

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Em seguida, o próprio padre reconheceu, no momento da premiação, que aquele bilhete era dele.

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Ele já havia dito que participaria?

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Sim.

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Ainda durante a missa, antes mesmo do sorteio, o pároco afirmou aos fiéis que havia comprado números e que os deixou sem preencher o nome.

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Quando o bilhete premiado foi retirado, ele declarou: “É em branco, é o meu.

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Aqui em branco, nada escrito, porque é verdade.

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E não estou mentindo”.

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Por que isso provocou reação?

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Porque o fato de o organizador da rifa também participar da ação, e ainda vencer o prêmio principal com um bilhete sem identificação, levantou dúvidas entre fiéis e pessoas que ajudaram na venda dos números.

10:43

Quem questionou a dinâmica?

10:44 ✓✓

Uma catequista da paróquia que auxiliou na venda dos bilhetes afirmou que a forma como o sorteio ocorreu levanta questionamentos sobre a transparência do processo.

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Ela também comparou a situação ao dono de uma empresa participar do próprio sorteio promovido por ela.

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Segundo seu relato, ficou com vergonha diante das pessoas para quem vendeu os bilhetes.

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A reação ficou restrita aos bastidores?

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Não.

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Segundo essa mesma catequista, a comunidade está indignada, embora parte dos fiéis tenha receio de se manifestar publicamente por medo de represálias.

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Nas redes sociais, a repercussão também apareceu de forma clara.

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O que disseram os comentários?

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Na publicação oficial da paróquia no Instagram, que confirmou o padre como ganhador do carro, as opiniões ficaram divididas.

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De um lado, houve quem defendesse que ele comprou bilhetes e, por isso, teria direito ao prêmio como qualquer outro participante.

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De outro, surgiram críticas à lisura do processo, com observações de que um bilhete sem nome não comprova propriedade e de que um sorteio com prêmio de alto valor deveria estar vinculado à Loteria Federal para garantir mais transparência.

10:55

Houve resposta oficial?

10:56 ✓✓

Até a publicação da reportagem, não havia manifestação oficial da Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe nem da Arquidiocese de Florianópolis sobre os questionamentos levantados.

10:57

Existe denúncia formal registrada?

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Conforme apurou o Jornal Razão, ainda não havia registro de denúncia formal sobre o caso.

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E os outros prêmios?

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Os demais itens sorteados foram entregues a outros ganhadores.

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O que ficou no centro de toda a repercussão?

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O fato de que o padre Eduardo Senna, responsável por organizar a rifa beneficente da paróquia, participou do sorteio, informou previamente que havia comprado bilhetes deixados em branco, e acabou sendo anunciado como vencedor do Fiat Argo 0km justamente após o sorteio de um bilhete sem identificação, durante a missa de 5 de abril, em Florianópolis.

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(Fonte: Site)

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