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Hoje • março 27, 2026
O ex-prefeito do Rio de Janeiro e **pré-candidato** ao Palácio da Guanabara, **Eduardo Paes** (PSD), fez um apelo por **eleições diretas** para o governo do estado do Rio de Janeiro. Atualmente, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o desembargador Ricardo Couto, está à frente do Executivo fluminense. Paes argumenta que a escolha indireta do chefe do Executivo estadual perpetua a gestão do ex-governador **Cláudio Castro** (PL), que recentemente foi declarado inelegível por oito anos. Por que Eduardo Paes defende eleições diretas? Segundo a publicação, Paes acredita que a decisão do ministro Luiz Fux, que estabeleceu limites para a eleição indireta, não é suficiente. Ele defende que o povo deve ter o direito de escolher diretamente o governador, evitando a continuidade de políticas que, segundo ele, estão "destruindo o estado do Rio de Janeiro". Paes também se comprometeu a se candidatar, seja em um pleito antecipado ou nas eleições regulares marcadas para outubro. O que levou à inelegibilidade de Cláudio Castro? Cláudio Castro renunciou ao cargo de governador para disputar uma cadeira no Senado. No entanto, um dia antes de sua renúncia, o Tribunal Superior Eleitoral o condenou por abuso de poder político e econômico durante a campanha de reeleição em 2022, com um placar de 5 a 2. Essa decisão o impede de disputar cargos eletivos, incluindo a "Casa Alta". Qual foi o papel do Ministério Público Eleitoral? O Ministério Público Eleitoral (MPE) acusou Cláudio Castro de obter vantagem eleitoral através do recrutamento de 27.665 pessoas, gerando um gasto de R$ 248 milhões. Essas contratações ocorreram na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). O MPE argumenta que a descentralização de projetos sociais foi utilizada para fomentar essas medidas. Quem deveria assumir o governo após a saída de Castro? Idealmente, Thiago Pampolha, que era o vice-governador, deveria ter assumido o Executivo estadual. No entanto, ele renunciou ao cargo em 2025 para se tornar conselheiro no Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ). Na linha sucessória, Rodrigo Bacellar, então presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), seria o próximo. Contudo, Bacellar também foi condenado no mesmo julgamento que tornou Cláudio Castro inelegível. Qual é a situação atual da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro? Recentemente, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) anulou a eleição que havia escolhido o deputado estadual Douglas Ruas (PL-RJ) como presidente da Alerj. Essa decisão ocorreu poucas horas após a votação em uma sessão extraordinária, aumentando ainda mais o imbróglio político no estado. Diante desse cenário, Eduardo Paes reforça a necessidade de eleições diretas para que a população do Rio de Janeiro possa decidir o futuro do estado. Ele acredita que apenas a justiça pode conter o que ele descreve como uma "corja" que está prejudicando o estado. A situação política no Rio de Janeiro continua complexa, com várias figuras públicas envolvidas em processos judiciais e disputas de poder.
Pré-candidato, Eduardo Paes pede eleições diretas para governador do RJ
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O ex-prefeito do Rio de Janeiro e pré-candidato ao Palácio da Guanabara, Eduardo Paes (PSD), fez um apelo por eleições diretas para o governo do estado do Rio de Janeiro.

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Atualmente, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o desembargador Ricardo Couto, está à frente do Executivo fluminense.

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Paes argumenta que a escolha indireta do chefe do Executivo estadual perpetua a gestão do ex-governador Cláudio Castro (PL), que recentemente foi declarado inelegível por oito anos.

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Por que Eduardo Paes defende eleições diretas?

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Segundo a publicação, Paes acredita que a decisão do ministro Luiz Fux, que estabeleceu limites para a eleição indireta, não é suficiente.

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Ele defende que o povo deve ter o direito de escolher diretamente o governador, evitando a continuidade de políticas que, segundo ele, estão "destruindo o estado do Rio de Janeiro".

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Paes também se comprometeu a se candidatar, seja em um pleito antecipado ou nas eleições regulares marcadas para outubro.

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O que levou à inelegibilidade de Cláudio Castro?

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Cláudio Castro renunciou ao cargo de governador para disputar uma cadeira no Senado.

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No entanto, um dia antes de sua renúncia, o Tribunal Superior Eleitoral o condenou por abuso de poder político e econômico durante a campanha de reeleição em 2022, com um placar de 5 a 2.

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Essa decisão o impede de disputar cargos eletivos, incluindo a "Casa Alta".

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Qual foi o papel do Ministério Público Eleitoral?

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O Ministério Público Eleitoral (MPE) acusou Cláudio Castro de obter vantagem eleitoral através do recrutamento de 27.

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665 pessoas, gerando um gasto de R$ 248 milhões.

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Essas contratações ocorreram na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

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O MPE argumenta que a descentralização de projetos sociais foi utilizada para fomentar essas medidas.

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Quem deveria assumir o governo após a saída de Castro?

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Idealmente, Thiago Pampolha, que era o vice-governador, deveria ter assumido o Executivo estadual.

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No entanto, ele renunciou ao cargo em 2025 para se tornar conselheiro no Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ).

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Na linha sucessória, Rodrigo Bacellar, então presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), seria o próximo.

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Contudo, Bacellar também foi condenado no mesmo julgamento que tornou Cláudio Castro inelegível.

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Qual é a situação atual da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro?

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Recentemente, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) anulou a eleição que havia escolhido o deputado estadual Douglas Ruas (PL-RJ) como presidente da Alerj.

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Essa decisão ocorreu poucas horas após a votação em uma sessão extraordinária, aumentando ainda mais o imbróglio político no estado.

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Diante desse cenário, Eduardo Paes reforça a necessidade de eleições diretas para que a população do Rio de Janeiro possa decidir o futuro do estado.

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Ele acredita que apenas a justiça pode conter o que ele descreve como uma "corja" que está prejudicando o

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