Bastaram algumas frases ao vivo para transformar um debate de rádio em um episódio de forte repercussão.
O que foi dito para provocar tanta reação?
Em que contexto essas falas aconteceram?
As declarações surgiram durante a leitura da mensagem de um ouvinte que defendia a união de um homem e uma mulher.
Foi a partir dessa manifestação que o jornalista passou a criticar a fé cristã e a questionar a validade do texto bíblico.
Como essa crítica foi feita?
Em vários momentos, ele usou palavras ofensivas para se referir tanto à religião quanto ao livro sagrado dos cristãos.
Quais foram as expressões usadas no ar?
Segundo o relato, Magdalena afirmou: “A Bíblia é um cacete, é um livrinho idiota.
A religião é um demônio que infelizmente está no meio social.
A religião é demoníaca”.
A fala chamou atenção não apenas pelo conteúdo, mas pelo tom adotado durante a transmissão.
E parou por aí?
Não.
Em seguida, ele ampliou os ataques e voltou a se referir à Bíblia de forma agressiva.
O que mais ele disse?
A Bíblia é uma bost*, se você quiser saber.
Ali tem um monte de criação, cada um colocou uma coisinha a mais.
Agora, se as pessoas são felizes, o Luca é feliz como ele é, eu sou feliz como eu sou, você é feliz, o que as pessoas têm a ver com isso?
Tá fazendo algum mal pra você?
‘Ah, mas Deus’… Deus o cacete, cidadão!
”.
A sequência das falas elevou ainda mais a tensão no estúdio.
Houve reação imediata?
Sim.
Alguém tentou interromper ou conter o discurso?
Durante o programa, um dos apresentadores discordou de Magdalena e o alertou sobre o risco de praticar o crime de intolerância religiosa.
Esse aviso mudou o rumo da conversa?
Não.
Mesmo após a advertência, o jornalista repetiu as críticas e manteve o tom contra a religião.
Como ele continuou?
Além de insistir nos ataques, Magdalena afirmou que a religião deveria ser “banida”.
Depois, voltou a usar a mesma expressão ofensiva contra a Bíblia.
Quais palavras ele repetiu?
Na sequência, disse: “Livrinho idiota!
Eu li muito!
É tudo besteira isso aí!
Tudo palhaçada!
Tudo palhaçada!
Tudo idiotice!
Tudo idiotice!
”.
A repetição reforçou o teor das declarações feitas ao vivo.
Por que o caso ganhou destaque?
Porque envolveu ofensas diretas à Bíblia, à religião cristã e a referências a Deus durante uma transmissão pública.
Também chamou atenção o fato de o alerta sobre possível intolerância religiosa ter sido feito no próprio programa, sem que isso interrompesse a continuidade das falas.
Onde isso ocorreu?
Na EP FM, emissora afiliada da Globo em Araraquara, no interior de São Paulo.
Quem foi o responsável pelas declarações?
O jornalista José Carlos Magdalena.
E o que exatamente ficou registrado?
Ficaram registradas as seguintes falas: “A Bíblia é um cacete, é um livrinho idiota.
A religião é um demônio que infelizmente está no meio social.
A religião é demoníaca”; depois, “A Bíblia está errada.
A Bíblia é uma bost*, se você quiser saber”; mais adiante, “Deus o cacete, cidadão!
”; e, por fim, “Livrinho idiota!
Eu li muito!
É tudo besteira isso aí!
Tudo palhaçada!
Tudo palhaçada!
Tudo idiotice!
Tudo idiotice!
”.