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Hoje • abril 6, 2026
Tudo parecia encerrado, mas foi justamente no silêncio final que surgiu a pergunta mais incômoda: **quem impediu que a CPMI do INSS continuasse?** Por que essa pergunta ganhou tanta força? Porque, enquanto **aposentados e pensionistas** acumulavam perdas com **descontos ilegais** que, segundo a descrição divulgada, somaram **R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024**, a comissão que tratava do tema acabou sendo interrompida sem concluir os trabalhos. E como isso aconteceu? Não de uma vez, mas por etapas, em uma sequência que levou o caso ao centro de uma disputa institucional. Qual foi o ponto decisivo nesse processo? O papel de **Davi Alcolumbre**, presidente do **Senado** e do **Congresso**, aparece como peça central nesse contexto. Em **dezembro de 2025**, a **CPMI** protocolou um pedido de **prorrogação por 120 dias**. O que se esperava a partir daí? Que o requerimento fosse lido, conforme o rito regimental. Mas isso ocorreu? Não. Segundo a própria comissão, Alcolumbre **simplesmente não leu o requerimento**, em uma **omissão deliberada**. E o que aconteceu depois dessa omissão apontada pela comissão? O caso chegou ao **STF**. Quem assumiu a relatoria? O ministro **Andre Mendonça**. Qual foi a decisão dele? Em **23 de março**, determinou que o presidente do Senado cumprisse o regimento em **48 horas**. E se isso não fosse feito? A consequência seria direta: a **prorrogação seria automática**. Essa decisão resolveu o impasse? Ainda não. Como Alcolumbre reagiu? Ele **resistiu**, acionou a **Advocacia do Senado** e apostou na derrubada da liminar. Essa aposta deu certo? Sim. **Três dias depois**, o plenário do **STF**, por **8 votos a 2**, derrubou a decisão de Andre Mendonça. Quem ficou ao lado do relator? Apenas **Luiz Fux** acompanhou Mendonça. E o que essa votação produziu na prática? A **CPMI morreu no sábado, 28 de março**, sem concluir os trabalhos. O que restou, então, depois disso? A sensação de que a investigação sobre um tema sensível foi interrompida antes do desfecho. Mas por que esse episódio voltou ao debate agora? Porque ele é o foco da nova edição da **Revista A Verdade**. E qual é o título escolhido? **“A última resistência”**. Resistência de quem, exatamente? A chamada faz referência ao que a publicação apresenta como os bastidores da atuação dentro do **STF** em torno desse caso. O que a revista promete revelar? Segundo a divulgação, ela trata dos **segredos** dessa **“última resistência”** e relaciona esse movimento ao desfecho da CPMI do INSS. Por que isso chama atenção? Porque o encerramento da comissão ocorreu em meio a uma disputa entre decisões, omissões apontadas pela comissão e uma votação ampla no plenário da Corte. Onde esse material pode ser acessado? A edição foi divulgada com o seguinte link: **https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/81143/a-ultima-resistencia** E há alguma forma de acompanhar esse tipo de publicação de maneira exclusiva? Sim. A divulgação também convida o leitor a se tornar **assinante**, com acesso ao conteúdo da **Revista A Verdade**, descrita como o espaço em que os **“assuntos proibidos”** no Brasil são revelados. Qual é o link para assinatura? Ele foi informado assim: **https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao** No fim, o que permanece diante de toda essa sequência? Os fatos apresentados na divulgação: **descontos ilegais de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024**, o pedido de **prorrogação por 120 dias** feito em **dezembro de 2025**, a decisão de **Andre Mendonça** em **23 de março**, a reação de **Davi Alcolumbre**, a atuação da **Advocacia do Senado**, a votação do **STF por 8 a 2**, o apoio de **Fux** ao relator e o encerramento da **CPMI em 28 de março**, sem conclusão. E é justamente sob esse encadeamento que a revista apresenta, por completo, o nome da edição: **“A última resistência”**.
Revista revela segredos da “última resistência” dentro do STF…
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Tudo parecia encerrado, mas foi justamente no silêncio final que surgiu a pergunta mais incômoda: quem impediu que a CPMI do INSS continuasse?

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Por que essa pergunta ganhou tanta força?

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Porque, enquanto aposentados e pensionistas acumulavam perdas com descontos ilegais que, segundo a descrição divulgada, somaram R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024, a comissão que tratava do tema acabou sendo interrompida sem concluir os trabalhos.

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E como isso aconteceu?

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Não de uma vez, mas por etapas, em uma sequência que levou o caso ao centro de uma disputa institucional.

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Qual foi o ponto decisivo nesse processo?

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O papel de Davi Alcolumbre, presidente do Senado e do Congresso, aparece como peça central nesse contexto.

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Em dezembro de 2025, a CPMI protocolou um pedido de prorrogação por 120 dias.

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O que se esperava a partir daí?

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Que o requerimento fosse lido, conforme o rito regimental.

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Mas isso ocorreu?

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Não.

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Segundo a própria comissão, Alcolumbre simplesmente não leu o requerimento, em uma omissão deliberada.

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E o que aconteceu depois dessa omissão apontada pela comissão?

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O caso chegou ao STF.

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Quem assumiu a relatoria?

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O ministro Andre Mendonça.

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Qual foi a decisão dele?

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Em 23 de março, determinou que o presidente do Senado cumprisse o regimento em 48 horas.

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E se isso não fosse feito?

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A consequência seria direta: a prorrogação seria automática.

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Essa decisão resolveu o impasse?

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Ainda não.

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Como Alcolumbre reagiu?

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Ele resistiu, acionou a Advocacia do Senado e apostou na derrubada da liminar.

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Essa aposta deu certo?

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Sim.

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Três dias depois, o plenário do STF, por 8 votos a 2, derrubou a decisão de Andre Mendonça.

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Quem ficou ao lado do relator?

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Apenas Luiz Fux acompanhou Mendonça.

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E o que essa votação produziu na prática?

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A CPMI morreu no sábado, 28 de março, sem concluir os trabalhos.

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O que restou, então, depois disso?

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A sensação de que a investigação sobre um tema sensível foi interrompida antes do desfecho.

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Mas por que esse episódio voltou ao debate agora?

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Porque ele é o foco da nova edição da Revista A Verdade.

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E qual é o título escolhido?

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“A última resistência”.

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Resistência de quem, exatamente?

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A chamada faz referência ao que a publicação apresenta como os bastidores da atuação dentro do STF em torno desse caso.

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O que a revista promete revelar?

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Segundo a divulgação, ela trata dos segredos dessa “última resistência” e relaciona esse movimento ao desfecho da CPMI do INSS.

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Por que isso chama atenção?

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Porque o encerramento da comissão ocorreu em meio a uma disputa entre decisões, omissões apontadas pela comissão e uma votação ampla no plenário da Corte.

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Onde esse material pode ser acessado?

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A edição foi divulgada com o seguinte link: https://www.

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jornaldacidadeonline.

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com.

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br/noticias/81143/a-ultima-resistencia

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E há alguma forma de acompanhar esse tipo de publicação de maneira exclusiva?

10:11 ✓✓

Sim.

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A divulgação também convida o leitor a se tornar assinante, com acesso ao conteúdo da Revista A Verdade, descrita como o espaço em que os “assuntos proibidos” no Brasil são revelados.

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Qual é o link para assinatura?

10:14 ✓✓

Ele foi informado assim: https://assinante.

10:15

jornaldacidadeonline.

10:16

com.

10:17

br/apresentacao

10:18

No fim, o que permanece diante de toda essa sequência?

10:19 ✓✓

Os fatos apresentados na divulgação: descontos ilegais de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024, o pedido de prorrogação por 120 dias feito em dezembro de 2025, a decisão de Andre Mendonça em 23 de março, a reação de Davi Alcolumbre, a atuação da Advocacia do Senado, a votação do STF por 8 a 2, o apoio de Fux ao relator e o encerramento da CPMI em 28 de março, sem conclusão.

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E é justamente sob esse encadeamento que a revista apresenta, por completo, o nome da edição: “A última resistência”.

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(Fonte: Site)

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