Tudo parecia encerrado, mas foi justamente no silêncio final que surgiu a pergunta mais incômoda: quem impediu que a CPMI do INSS continuasse?
Por que essa pergunta ganhou tanta força?
Porque, enquanto aposentados e pensionistas acumulavam perdas com descontos ilegais que, segundo a descrição divulgada, somaram R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024, a comissão que tratava do tema acabou sendo interrompida sem concluir os trabalhos.
E como isso aconteceu?
Não de uma vez, mas por etapas, em uma sequência que levou o caso ao centro de uma disputa institucional.
Qual foi o ponto decisivo nesse processo?
O papel de Davi Alcolumbre, presidente do Senado e do Congresso, aparece como peça central nesse contexto.
Em dezembro de 2025, a CPMI protocolou um pedido de prorrogação por 120 dias.
O que se esperava a partir daí?
Que o requerimento fosse lido, conforme o rito regimental.
Mas isso ocorreu?
Não.
Segundo a própria comissão, Alcolumbre simplesmente não leu o requerimento, em uma omissão deliberada.
E o que aconteceu depois dessa omissão apontada pela comissão?
O caso chegou ao STF.
Quem assumiu a relatoria?
O ministro Andre Mendonça.
Qual foi a decisão dele?
Em 23 de março, determinou que o presidente do Senado cumprisse o regimento em 48 horas.
E se isso não fosse feito?
A consequência seria direta: a prorrogação seria automática.
Essa decisão resolveu o impasse?
Ainda não.
Como Alcolumbre reagiu?
Ele resistiu, acionou a Advocacia do Senado e apostou na derrubada da liminar.
Essa aposta deu certo?
Sim.
Três dias depois, o plenário do STF, por 8 votos a 2, derrubou a decisão de Andre Mendonça.
Quem ficou ao lado do relator?
Apenas Luiz Fux acompanhou Mendonça.
E o que essa votação produziu na prática?
A CPMI morreu no sábado, 28 de março, sem concluir os trabalhos.
O que restou, então, depois disso?
A sensação de que a investigação sobre um tema sensível foi interrompida antes do desfecho.
Mas por que esse episódio voltou ao debate agora?
Porque ele é o foco da nova edição da Revista A Verdade.
E qual é o título escolhido?
Resistência de quem, exatamente?
A chamada faz referência ao que a publicação apresenta como os bastidores da atuação dentro do STF em torno desse caso.
O que a revista promete revelar?
Segundo a divulgação, ela trata dos segredos dessa “última resistência” e relaciona esse movimento ao desfecho da CPMI do INSS.
Por que isso chama atenção?
Porque o encerramento da comissão ocorreu em meio a uma disputa entre decisões, omissões apontadas pela comissão e uma votação ampla no plenário da Corte.
Onde esse material pode ser acessado?
A edição foi divulgada com o seguinte link: https://www.
jornaldacidadeonline.
com.
br/noticias/81143/a-ultima-resistencia
E há alguma forma de acompanhar esse tipo de publicação de maneira exclusiva?
A divulgação também convida o leitor a se tornar assinante, com acesso ao conteúdo da Revista A Verdade, descrita como o espaço em que os “assuntos proibidos” no Brasil são revelados.
Qual é o link para assinatura?
Ele foi informado assim: https://assinante.
jornaldacidadeonline.
com.
br/apresentacao
No fim, o que permanece diante de toda essa sequência?
Os fatos apresentados na divulgação: descontos ilegais de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024, o pedido de prorrogação por 120 dias feito em dezembro de 2025, a decisão de Andre Mendonça em 23 de março, a reação de Davi Alcolumbre, a atuação da Advocacia do Senado, a votação do STF por 8 a 2, o apoio de Fux ao relator e o encerramento da CPMI em 28 de março, sem conclusão.
E é justamente sob esse encadeamento que a revista apresenta, por completo, o nome da edição: “A última resistência”.