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Hoje • março 26, 2026
O **Supremo Tribunal Federal (STF)** decidiu que o "auxílio-peru", um benefício natalino concedido a juízes e promotores, é inconstitucional. Esta decisão faz parte de uma regra de transição que limita os chamados "penduricalhos" a 35% do teto constitucional, atualmente fixado em R$ 46.366,19, que é o subsídio dos ministros do STF. Mas o que exatamente é o "auxílio-peru" e por que ele foi proibido? O "auxílio-peru", também conhecido como **vale-peru** ou **auxílio natalino**, refere-se a pagamentos extraordinários concedidos no final do ano a integrantes do Judiciário e do Ministério Público. Segundo a publicação, o relator, ministro Flávio Dino, afirmou que essas denominações revelam um desvirtuamento das indenizações e afrontam o decoro da função pública. Além do "auxílio-peru", benefícios similares, como o "auxílio-panetone", também foram alvo do STF. Quais são os impactos dessa decisão para os magistrados? De acordo com a decisão da Corte, magistrados em início de carreira poderão receber, no máximo, R$ 62.594,35, considerando adicional de tempo de serviço. Já no topo da carreira, a remuneração pode chegar a R$ 78.528, incluindo verbas indenizatórias autorizadas. Essa regra começa a valer na folha de abril, referente ao pagamento de maio de 2026. E quanto aos servidores em geral? Para eles, o regime estatutário permanece com os limites legais até que o Congresso Nacional edite uma nova norma sobre o tema. No entanto, não há previsão para que isso ocorra em ano eleitoral. A decisão do STF estima que a aplicação da nova regra poderá gerar uma economia de cerca de R$ 7,3 bilhões ao ano, com base nas médias de 2025. O salário dos ministros do Supremo será alterado? Não, o salário dos ministros do Supremo não será alterado. Com a decisão, os magistrados e membros do Ministério Público terão suas remunerações ajustadas dentro do limite constitucional, o que deve reduzir supersalários e uniformizar os pagamentos de auxílios e verbas indenizatórias. Qual é a importância dessa medida? Para magistrados de carreira longa, a remuneração máxima agora ficará abaixo da média atual de R$ 95 mil mensais, reforçando a necessidade de controle sobre os gastos públicos. Segundo o STF, a medida tem caráter estrutural e será monitorada sob a relatoria do ministro Flávio Dino, com vigência a partir do mês-base abril de 2026, referentes ao pagamento de maio. Em resumo, a decisão do STF de proibir o "auxílio-peru" e limitar os penduricalhos é um passo significativo para uniformizar as remunerações no Judiciário e no Ministério Público, além de promover uma economia substancial aos cofres públicos. Essa medida reflete um esforço para garantir que os pagamentos estejam alinhados com o decoro da função pública e dentro dos limites constitucionais.
STF proíbe pagamento de “auxílio-peru” para juízes e promotores
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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o "auxílio-peru", um benefício natalino concedido a juízes e promotores, é inconstitucional.

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Esta decisão faz parte de uma regra de transição que limita os chamados "penduricalhos" a 35% do teto constitucional, atualmente fixado em R$ 46.

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366,19, que é o subsídio dos ministros do STF.

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Mas o que exatamente é o "auxílio-peru" e por que ele foi proibido?

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O "auxílio-peru", também conhecido como vale-peru ou auxílio natalino, refere-se a pagamentos extraordinários concedidos no final do ano a integrantes do Judiciário e do Ministério Público.

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Segundo a publicação, o relator, ministro Flávio Dino, afirmou que essas denominações revelam um desvirtuamento das indenizações e afrontam o decoro da função pública.

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Além do "auxílio-peru", benefícios similares, como o "auxílio-panetone", também foram alvo do STF.

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Quais são os impactos dessa decisão para os magistrados?

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De acordo com a decisão da Corte, magistrados em início de carreira poderão receber, no máximo, R$ 62.

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594,35, considerando adicional de tempo de serviço.

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Já no topo da carreira, a remuneração pode chegar a R$ 78.

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528, incluindo verbas indenizatórias autorizadas.

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Essa regra começa a valer na folha de abril, referente ao pagamento de maio de 2026.

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E quanto aos servidores em geral?

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Para eles, o regime estatutário permanece com os limites legais até que o Congresso Nacional edite uma nova norma sobre o tema.

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No entanto, não há previsão para que isso ocorra em ano eleitoral.

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A decisão do STF estima que a aplicação da nova regra poderá gerar uma economia de cerca de R$ 7,3 bilhões ao ano, com base nas médias de 2025.

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O salário dos ministros do Supremo será alterado?

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Não, o salário dos ministros do Supremo não será alterado.

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Com a decisão, os magistrados e membros do Ministério Público terão suas remunerações ajustadas dentro do limite constitucional, o que deve reduzir supersalários e uniformizar os pagamentos de auxílios e verbas indenizatórias.

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Qual é a importância dessa medida?

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Para magistrados de carreira longa, a remuneração máxima agora ficará abaixo da média atual de R$ 95 mil mensais, reforçando a necessidade de controle sobre os gastos públicos.

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Segundo o STF, a medida tem caráter estrutural e será monitorada sob a relatoria do ministro Flávio Dino, com vigência a partir do mês-base abril de 2026, referentes ao pagamento de maio.

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Em resumo, a decisão do STF de proibir o "auxílio-peru" e limitar os penduricalhos é um passo significativo para uniformizar as remunerações no Judiciário e no Ministério Público, além de promover uma economia substancial aos cofres públicos.

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Essa medida reflete um esforço para garantir que os pagamentos estejam alinhados com o decoro da função pública e dentro dos limites constitucionais.

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