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Hoje • março 25, 2026
O **Tribunal Superior Eleitoral (TSE)** decidiu, por 5 votos a 2, condenar o ex-governador do Rio de Janeiro, **Cláudio Castro**, à **inelegibilidade** até 2030. A decisão foi tomada em razão de **abuso de poder político e econômico** durante a campanha à reeleição em 2022. Com isso, Castro está impedido de disputar eleições por um período de oito anos, a contar do pleito de 2022. Esta decisão surge após a renúncia de Castro ao mandato, anunciada no dia anterior, quando ele se declarou pré-candidato ao Senado nas eleições de outubro. A renúncia ocorreu devido ao prazo eleitoral para desincompatibilização, que exige que candidatos a outros cargos deixem suas funções atuais seis meses antes das eleições. Mas o que levou o TSE a condenar Cláudio Castro? Segundo a publicação, o julgamento do TSE foi motivado por um recurso do **Ministério Público Eleitoral (MPE)**, que buscava reverter a decisão do **Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ)**. Em maio de 2024, o TRE-RJ havia rejeitado a cassação do mandato de Castro e absolvido o ex-governador e outros acusados em um processo que investigava supostas contratações irregulares na **Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj)** e na **Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj)**. Quais foram as acusações específicas contra Cláudio Castro? O MPE alegou que Castro obteve vantagem eleitoral por meio da contratação de servidores temporários sem amparo legal e pela descentralização de projetos sociais, que permitiram o envio de recursos para entidades desvinculadas da administração pública do Rio. A acusação destacou que essa descentralização resultou na contratação de 27.665 pessoas, com um gasto total de R$ 248 milhões. Como o TSE chegou à decisão de inelegibilidade? A decisão foi tomada após várias sessões de votação. Os ministros **Maria Isabel Galotti**, **Antonio Carlos Ferreira**, **Floriano de Azevedo Marques**, **Estela Aranha** e **Cármen Lúcia** votaram pela inelegibilidade. Durante o julgamento, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, expressou sua tristeza ao julgar práticas que considerou gravíssimas, cometidas por representantes dos eleitores do Rio de Janeiro. Ela destacou a responsabilidade dos governantes em representar o povo de maneira ética e justa. Houve votos contrários à inelegibilidade de Castro? Sim, o ministro **Nunes Marques** foi o primeiro a votar contra a inelegibilidade, argumentando que não havia comprovação do uso eleitoreiro das contratações por parte de Castro. Marques destacou que a candidatura de Castro, que venceu no primeiro turno com 58,67% dos votos, não prejudicou as campanhas dos demais concorrentes. O ministro **André Mendonça** também divergiu, afirmando que não houve participação direta de Castro nas irregularidades, embora ele tenha colhido dividendos eleitorais. Qual foi a defesa de Cláudio Castro? Durante o julgamento, o advogado **Fernando Neves**, representante de Castro, argumentou que o ex-governador apenas sancionou uma lei da Assembleia Legislativa e um decreto para regulamentar a atuação da Ceperj, não podendo ser responsabilizado por eventuais irregularidades. Em resumo, a condenação de Cláudio Castro à inelegibilidade até 2030 pelo TSE foi baseada em acusações de abuso de poder político e econômico durante sua campanha à reeleição em 2022. A decisão reflete a gravidade das práticas apontadas pelo MPE e a interpretação do TSE sobre o impacto dessas ações no processo eleitoral.
TSE condena Cláudio Castro à inelegibilidade até 2030
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por 5 votos a 2, condenar o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, à inelegibilidade até 2030.

10:22

A decisão foi tomada em razão de abuso de poder político e econômico durante a campanha à reeleição em 2022.

10:23

Com isso, Castro está impedido de disputar eleições por um período de oito anos, a contar do pleito de 2022.

10:24

Esta decisão surge após a renúncia de Castro ao mandato, anunciada no dia anterior, quando ele se declarou pré-candidato ao Senado nas eleições de outubro.

10:25

A renúncia ocorreu devido ao prazo eleitoral para desincompatibilização, que exige que candidatos a outros cargos deixem suas funções atuais seis meses antes das eleições.

10:26

Mas o que levou o TSE a condenar Cláudio Castro?

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Segundo a publicação, o julgamento do TSE foi motivado por um recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE), que buscava reverter a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ).

10:28

Em maio de 2024, o TRE-RJ havia rejeitado a cassação do mandato de Castro e absolvido o ex-governador e outros acusados em um processo que investigava supostas contratações irregulares na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

10:29

Quais foram as acusações específicas contra Cláudio Castro?

10:30 ✓✓

O MPE alegou que Castro obteve vantagem eleitoral por meio da contratação de servidores temporários sem amparo legal e pela descentralização de projetos sociais, que permitiram o envio de recursos para entidades desvinculadas da administração pública do Rio.

10:31

A acusação destacou que essa descentralização resultou na contratação de 27.

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665 pessoas, com um gasto total de R$ 248 milhões.

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Como o TSE chegou à decisão de inelegibilidade?

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A decisão foi tomada após várias sessões de votação.

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Os ministros Maria Isabel Galotti, Antonio Carlos Ferreira, Floriano de Azevedo Marques, Estela Aranha e Cármen Lúcia votaram pela inelegibilidade.

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Durante o julgamento, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, expressou sua tristeza ao julgar práticas que considerou gravíssimas, cometidas por representantes dos eleitores do Rio de Janeiro.

10:37

Ela destacou a responsabilidade dos governantes em representar o povo de maneira ética e justa.

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Houve votos contrários à inelegibilidade de Castro?

10:39 ✓✓

Sim, o ministro Nunes Marques foi o primeiro a votar contra a inelegibilidade, argumentando que não havia comprovação do uso eleitoreiro das contratações por parte de Castro.

10:40

Marques destacou que a candidatura de Castro, que venceu no primeiro turno com 58,67% dos votos, não prejudicou as campanhas dos demais concorrentes.

10:41

O ministro André Mendonça também divergiu, afirmando que não houve participação direta de Castro nas irregularidades, embora ele tenha colhido dividendos eleitorais.

10:42

Qual foi a defesa de Cláudio Castro?

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Durante o julgamento, o advogado Fernando Neves, representante de Castro, argumentou que o ex-governador apenas sancionou uma lei da Assembleia

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