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Hoje • março 26, 2026
O **ministro das Relações Exteriores do Brasil**, Mauro Vieira, comunicou ao secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, que o governo brasileiro se opõe à classificação do **Primeiro Comando da Capital (PCC)** e do **Comando Vermelho (CV)** como organizações terroristas. Essa posição foi reiterada em uma entrevista à GloboNews, onde Vieira destacou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia discutido o tema com o então presidente dos EUA, Donald Trump, durante uma viagem à Malásia. Por que o Brasil rejeita essa classificação? Segundo o ministro Vieira, o governo brasileiro diferencia organizações criminosas de organizações terroristas. As primeiras, como o PCC e o CV, têm como objetivo principal o ganho financeiro. Em contraste, organizações terroristas são motivadas por objetivos políticos de diversas inspirações. Essa distinção é crucial para o Brasil, pois classificar grupos criminosos como terroristas poderia abrir precedentes para intervenções externas no país, conforme mencionado em discussões anteriores com autoridades americanas. Qual é a posição dos Estados Unidos sobre o tema? Durante o governo de Donald Trump, houve uma defesa clara para reclassificar grupos como o PCC e o CV como terroristas. Essa mudança na classificação é vista como uma forma de intensificar o combate a essas organizações, que têm um impacto significativo no tráfico internacional de drogas e armas. Como o Brasil e os EUA estão cooperando no combate ao crime organizado? Vieira enfatizou a importância de uma maior cooperação entre os dois países no combate ao tráfico internacional de drogas e armas. Durante a conversa com Rubio, foram trocadas ideias e propostas para um acordo de combate ao crime transnacional. O ministro destacou que o crime organizado é um flagelo e que o Brasil está empenhado em adotar "iniciativas concretas" com os EUA para enfrentar esses desafios. Quais são as iniciativas propostas pelo Brasil? O governo brasileiro está interessado em trabalhar em conjunto com os Estados Unidos para combater o tráfico de drogas, o consumo de drogas e o contrabando de armas. Vieira destacou que a maioria das armas em posse de organizações criminosas no Brasil tem origem nos Estados Unidos, o que torna a cooperação bilateral essencial para enfrentar esse tipo de crime. Além disso, o Brasil busca combater também os crimes financeiros associados a essas atividades ilícitas. O que já foi discutido anteriormente sobre essa questão? Em maio do ano passado, o governo de Lula já havia comunicado ao chefe interino da Coordenação de Sanções dos Estados Unidos, David Gamble, que o Brasil não pretendia classificar o PCC e o CV como organizações terroristas. A avaliação do governo brasileiro é que tal mudança poderia abrir brechas para uma eventual intervenção externa no país, algo que o Brasil deseja evitar. Em resumo, a posição do Brasil em relação à classificação do PCC e do CV como terroristas é clara e fundamentada em distinções entre objetivos financeiros e políticos. A cooperação com os Estados Unidos continua sendo uma prioridade, mas dentro de um contexto que respeite a soberania e as políticas internas do Brasil.
Vieira diz a Rubio que Brasil rejeita classificar PCC e CV como terroristas
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O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, comunicou ao secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, que o governo brasileiro se opõe à classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.

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Essa posição foi reiterada em uma entrevista à GloboNews, onde Vieira destacou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia discutido o tema com o então presidente dos EUA, Donald Trump, durante uma viagem à Malásia.

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Por que o Brasil rejeita essa classificação?

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Segundo o ministro Vieira, o governo brasileiro diferencia organizações criminosas de organizações terroristas.

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As primeiras, como o PCC e o CV, têm como objetivo principal o ganho financeiro.

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Em contraste, organizações terroristas são motivadas por objetivos políticos de diversas inspirações.

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Essa distinção é crucial para o Brasil, pois classificar grupos criminosos como terroristas poderia abrir precedentes para intervenções externas no país, conforme mencionado em discussões anteriores com autoridades americanas.

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Qual é a posição dos Estados Unidos sobre o tema?

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Durante o governo de Donald Trump, houve uma defesa clara para reclassificar grupos como o PCC e o CV como terroristas.

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Essa mudança na classificação é vista como uma forma de intensificar o combate a essas organizações, que têm um impacto significativo no tráfico internacional de drogas e armas.

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Como o Brasil e os EUA estão cooperando no combate ao crime organizado?

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Vieira enfatizou a importância de uma maior cooperação entre os dois países no combate ao tráfico internacional de drogas e armas.

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Durante a conversa com Rubio, foram trocadas ideias e propostas para um acordo de combate ao crime transnacional.

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O ministro destacou que o crime organizado é um flagelo e que o Brasil está empenhado em adotar "iniciativas concretas" com os EUA para enfrentar esses desafios.

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Quais são as iniciativas propostas pelo Brasil?

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O governo brasileiro está interessado em trabalhar em conjunto com os Estados Unidos para combater o tráfico de drogas, o consumo de drogas e o contrabando de armas.

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Vieira destacou que a maioria das armas em posse de organizações criminosas no Brasil tem origem nos Estados Unidos, o que torna a cooperação bilateral essencial para enfrentar esse tipo de crime.

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Além disso, o Brasil busca combater também os crimes financeiros associados a essas atividades ilícitas.

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O que já foi discutido anteriormente sobre essa questão?

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Em maio do ano passado, o governo de Lula já havia comunicado ao chefe interino da Coordenação de Sanções dos Estados Unidos, David Gamble, que o Brasil não pretendia classificar o PCC e o CV como organizações terroristas.

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A avaliação do governo brasileiro é que tal mudança poderia abrir brechas para uma eventual intervenção externa no país, algo que o Brasil deseja evitar.

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Em resumo, a posição do Brasil em relação à classificação do PCC e do CV como terroristas é clara e fundamentada em distinções entre objetivos financeiros e políticos.

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