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Hoje • abril 7, 2026
Ele foi direto ao ponto e fechou a porta antes mesmo que ela parecesse aberta. **Romeu Zema** descartou ser vice em uma eventual chapa liderada por **Flávio Bolsonaro** e fez isso sem deixar margem para dúvida. Mas por que a declaração ganhou força agora? Porque ela veio acompanhada de uma reafirmação importante: o ex-governador mineiro disse que pretende levar sua **pré-candidatura à Presidência da República** “até o final”. O que exatamente Zema disse? Em nota divulgada na segunda-feira, 6, ele afirmou que **não recebeu convite** para compor como vice e que também **não tem interesse** nessa possibilidade. A fala foi objetiva e trouxe, ao mesmo tempo, um recado político claro sobre sua posição na disputa. Ao mencionar que respeita os outros pré-candidatos da direita, Zema também reforçou que seguirá com seu próprio projeto. E qual foi a declaração completa? Zema afirmou: **“Não recebi nenhum convite. Nem tenho interesse. Respeito os outros pré-candidatos de direita, mas vou levar minha candidatura até o final. Fiz minha vida toda na iniciativa privada e só entrei para a política porque estava inconformado”**. A frase concentra o núcleo da sua resposta e ajuda a entender por que ele rejeitou a hipótese de ocupar um papel secundário em 2026. Essa possibilidade surgiu agora? Não exatamente. Em **janeiro**, Zema já havia negado a chance de ser vice em uma eventual chapa com **Flávio Bolsonaro**. Então por que o assunto voltou? Porque o cenário da direita segue em movimento, com articulações em torno de nomes para a eleição de **2026**, e qualquer sinal sobre alianças ou composições passa a ter peso maior. Se ele rejeita ser vice, isso significa isolamento político? Não necessariamente. Em **março**, dois meses depois de voltar a negar essa hipótese, Zema afirmou que apoiaria **qualquer candidato do espectro da direita** caso não consiga chegar ao **segundo turno**. O que isso indica? Que, embora mantenha sua pré-candidatura, ele não rompe com esse campo político e admite apoio futuro dentro desse mesmo grupo, se sua candidatura não avançar. Então quem aparece como opção para a vice de Flávio Bolsonaro? Um nome citado nesse movimento é o da senadora **Tereza Cristina** (**PP-MS**). Ela declarou estar **“preparada”** para ocupar a vaga de vice-presidente em uma chapa liderada por Flávio nas eleições de 2026. A fala chamou atenção porque mostrou disposição, mas também cautela. O que Tereza Cristina disse sobre essa possibilidade? Em entrevista publicada em **27 de março**, ela afirmou se sentir **“honrada”** com a hipótese, embora tenha ressaltado que a decisão não depende dela. Também disse que pode ser candidata à Presidência “como mulher” e que se sente preparada. Ao mesmo tempo, deixou claro que ser vice-presidente **não é seu “sonho de consumo”**. Houve conversa formal com ela? Segundo a própria senadora, não. Ela declarou: **“Me sinto honrada com isso. Mas também posso ser candidata a presidente como mulher, por que não? Me sinto preparada. Mas isso não depende da minha vontade. Ser vice-presidente não é o meu sonho de consumo. Todo mundo fala ‘ah, se a senhora tivesse sido vice em 2022, Bolsonaro teria ganho a eleição’, mas nunca conversaram comigo sobre essa possibilidade”**. E existe articulação em torno do nome dela? Sim. Segundo a informação publicada, **Flávio Bolsonaro** e **Rogério Marinho** (**PL-RN**) têm atuado para convencer **Tereza Cristina** a aceitar a vaga de vice na chapa. Isso ajuda a explicar por que a negativa de Zema voltou ao centro da discussão: enquanto um nome é descartado de forma enfática, outro segue sendo trabalhado nos bastidores. No fim, o que fica claro nesse momento? Que **Romeu Zema** rejeitou a hipótese de ser vice de **Flávio Bolsonaro**, afirmou que **não recebeu convite**, disse que **não tem interesse** e reiterou que levará sua **candidatura à Presidência** “até o final”: **“Não recebi nenhum convite. Nem tenho interesse. Respeito os outros pré-candidatos de direita, mas vou levar minha candidatura até o final. Fiz minha vida toda na iniciativa privada e só entrei para a política porque estava inconformado”**.
Zema descarta ser vice de Flávio: “Não recebi convite, nem tenho interesse”
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Ele foi direto ao ponto e fechou a porta antes mesmo que ela parecesse aberta.

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Romeu Zema descartou ser vice em uma eventual chapa liderada por Flávio Bolsonaro e fez isso sem deixar margem para dúvida.

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Mas por que a declaração ganhou força agora?

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Porque ela veio acompanhada de uma reafirmação importante: o ex-governador mineiro disse que pretende levar sua pré-candidatura à Presidência da República “até o final”.

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O que exatamente Zema disse?

10:26 ✓✓

Em nota divulgada na segunda-feira, 6, ele afirmou que não recebeu convite para compor como vice e que também não tem interesse nessa possibilidade.

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A fala foi objetiva e trouxe, ao mesmo tempo, um recado político claro sobre sua posição na disputa.

10:28

Ao mencionar que respeita os outros pré-candidatos da direita, Zema também reforçou que seguirá com seu próprio projeto.

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E qual foi a declaração completa?

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Zema afirmou: “Não recebi nenhum convite.

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Nem tenho interesse.

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Respeito os outros pré-candidatos de direita, mas vou levar minha candidatura até o final.

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Fiz minha vida toda na iniciativa privada e só entrei para a política porque estava inconformado”.

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A frase concentra o núcleo da sua resposta e ajuda a entender por que ele rejeitou a hipótese de ocupar um papel secundário em 2026.

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Essa possibilidade surgiu agora?

10:36 ✓✓

Não exatamente.

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Em janeiro, Zema já havia negado a chance de ser vice em uma eventual chapa com Flávio Bolsonaro.

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Então por que o assunto voltou?

10:39 ✓✓

Porque o cenário da direita segue em movimento, com articulações em torno de nomes para a eleição de 2026, e qualquer sinal sobre alianças ou composições passa a ter peso maior.

10:40

Se ele rejeita ser vice, isso significa isolamento político?

10:41 ✓✓

Não necessariamente.

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Em março, dois meses depois de voltar a negar essa hipótese, Zema afirmou que apoiaria qualquer candidato do espectro da direita caso não consiga chegar ao segundo turno.

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O que isso indica?

10:44 ✓✓

Que, embora mantenha sua pré-candidatura, ele não rompe com esse campo político e admite apoio futuro dentro desse mesmo grupo, se sua candidatura não avançar.

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Então quem aparece como opção para a vice de Flávio Bolsonaro?

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Um nome citado nesse movimento é o da senadora Tereza Cristina (PP-MS).

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Ela declarou estar “preparada” para ocupar a vaga de vice-presidente em uma chapa liderada por Flávio nas eleições de 2026.

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A fala chamou atenção porque mostrou disposição, mas também cautela.

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O que Tereza Cristina disse sobre essa possibilidade?

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Em entrevista publicada em 27 de março, ela afirmou se sentir “honrada” com a hipótese, embora tenha ressaltado que a decisão não depende dela.

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Também disse que pode ser candidata à Presidência “como mulher” e que se sente preparada.

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Ao mesmo tempo, deixou claro que ser vice-presidente não é seu “sonho de consumo”.

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Houve conversa formal com ela?

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Segundo a própria senadora, não.

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Ela declarou: “Me sinto honrada com isso.

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Mas também posso ser candidata a presidente como mulher, por que não?

10:57 ✓✓

Me sinto preparada.

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Mas isso não depende da minha vontade.

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Ser vice-presidente não é o meu sonho de consumo.

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Todo mundo fala ‘ah, se a senhora tivesse sido vice em 2022, Bolsonaro teria ganho a eleição’, mas nunca conversaram comigo sobre essa possibilidade”.

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E existe articulação em torno do nome dela?

10:02 ✓✓

Sim.

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Segundo a informação publicada, Flávio Bolsonaro e Rogério Marinho (PL-RN) têm atuado para convencer Tereza Cristina a aceitar a vaga de vice na chapa.

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Isso ajuda a explicar por que a negativa de Zema voltou ao centro da discussão: enquanto um nome é descartado de forma enfática, outro segue sendo trabalhado nos bastidores.

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No fim, o que fica claro nesse momento?

10:06 ✓✓

Que Romeu Zema rejeitou a hipótese de ser vice de Flávio Bolsonaro, afirmou que não recebeu convite, disse que não tem interesse e reiterou que levará sua candidatura à Presidência “até o final”: “Não recebi nenhum convite.

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Nem tenho interesse.

10:08

Respeito os outros pré-candidatos de direita, mas vou levar minha candidatura até o final.

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Fiz minha vida toda na iniciativa privada e só entrei para a política porque estava inconformado”.

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(Fonte: Site)

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