O YouTube derrubou o novo canal de Bruno Monteiro Aiub, o Monark, poucos dias após o lançamento, alegando de forma genérica violação às diretrizes da comunidade.
Segundo a defesa, o canal só tinha um tour pelo estúdio, sem entrevistas ou debates, e não existe hoje nenhuma ordem de censura do STF contra ele.
Mesmo assim, a plataforma removeu tudo e Monark recorreu internamente, aguardando resposta para decidir os próximos passos.
Ao mesmo tempo, o Ministério Público de São Paulo voltou atrás de um parecer anterior que favorecia o influenciador e retomou a ação civil pública que o acusa de “discurso de ódio” e apologia ao nazismo por falas em um podcast sobre limites da liberdade de expressão, pedindo condenação de R$ 4 milhões por “dano social”.
A mensagem é clara: quando a opinião incomoda o establishment progressista, Big Tech e instituições se alinham para calar, mesmo sem decisão judicial específica.
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