A Folha de S.
Paulo rompeu o silêncio e partiu para o ataque direto ao STF após a Primeira Turma transformar o pastor Silas Malafaia em réu por injúria, por ter chamado generais do Alto Comando do Exército de “cambada de frouxos, de covardes”.
Em editorial, o jornal afirma que o Supremo virou um “comitê de acerto de contas políticas”, acusa ministros de cometer “barbaridades de analfabetismo constitucional” e denuncia que a Corte tenta reescrever a Constituição de 1988. A Folha critica o fato de Malafaia, sem foro, ser julgado no STF, sem sorteio regular, no gabinete de Alexandre de Moraes, e diz que o tribunal passou a usar o processo penal para intimidar críticos e inverter o papel: em vez de proteger o cidadão, protege autoridades e persegue adversários políticos.